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Especial: Mês da Consciência Negra

 

ONG Anajô realiza cine-fórum no mês da consciência negra

 

 

Por: Helciane Angélica*

 

 

O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, organização não-governamental ligada ao movimento negro de Alagoas, realiza a atividade sócio-educativa, cultural e reflexiva intitulada cine-fórum, que integra a Celebração da Semana da Consciência Negra em Alagoas, promovido pela Fundação Cultural Palmares / Ministério da Cultura em parceira com Instituto Magna Mater (IMM).

O dia 20 de novembro – Dia Nacional da Consciência Negra, data de grande importância para o movimento negro, homenageia e imortaliza a liderança de Zumbi (o único herói negro nacional) e a resistência dos guerreiros quilombolas. Momento estratégico para refletir sobre a conjuntura sócio-política do povo afro-brasileiro, debate sobre o racismo, dar visibilidade à luta negra na mídia e exaltar as manifestações culturais.

A ONG Anajô desenvolve atividades durante o ano todo e no mês da consciência negra busca estimular o debate sobre a conjuntura do povo afro-brasileiro e a identidade étnico-racial. Serão executados cine-fóruns (projeção de documentários seguidos de debates) no período noturno em escolas da rede pública de ensino de Maceió, além da projetação de slides com fotos do Parque Memorial Quilombo dos Palmares, construído no platô da Serra da Barriga.

No dia 13 de novembro (terça-feira), os alunos da Escola Municipal Dom Helder Câmara no bairro do Feitosa assitirão o documentário Vista minha pele” (2006), com duração de 24 min foi produzido pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) de São Paulo sob a direção de Joel Zito Araújo. O documentário desenvolve uma sátira sobre a democracia racial no Brasil, além de fazer um convite à reflexão sobre a discriminação racial e o papel de cada indivíduo neste contexto.

Já no dia 14 (quarta-feira) será a vez da Escola Estadual Tavares Bastos localizada na Praça Centenário no Farol, que também trabalha com alunos portadores de necessidades especiais auditivas (surdos). Na ocaisão, serão exibidos slides sobre as Tecnologias milenares africanas e o racismo que as fazem invisíveis” (2005), sobre a importância do continente africano na evolução da humanidade. Material produzido por Luiz Fernandes de Oliveira, professor de Sociologia da Escola Técnica Estadual República (ETER). Realização: Núcleo de Pesquisa e Extensão (NUPE) e Coordenação de Informática da ETER.

  

* Jornalista (1102 – MTE/AL) e Presidente da ONG Anajô 
 
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