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Archive for julho \02\America/Maceio 2008

Edital

2 de julho de 2008 Deixe um comentário
 

BNB DE CULTURA 2009

Lançado hoje (1º), o edital do Programa BNB de Cultura, edição 2009. O programa é uma linha de patrocínio direto do Banco do Nordeste voltado à produção e difusão da cultura do Nordeste, Norte de MG e ES, mediante seleção pública de projetos. O programa destina o montante de R$ 3 milhões para projetos a serem selecionados em 2009 em vários segmentos. Serão contemplados pelo menos 174 projetos. O período de inscrição será de 1º a 22 de agosto. Edital e outras informações: www.bnb.gov.br/.

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Mobilização

2 de julho de 2008 Deixe um comentário
 
OAB/AL e segmentos afro-alagoanos
 
Texto e foto: Helciane Angélica
Jornalista, Presidente do Anajô e integrante da Cojira/AL
 
 
Acontece nesta sexta-feira (04), às 14h, no mini-auditório da OAB-AL uma reunião especial entre segmentos afros de Alagoas e a Comissão de Defesa das Minorias Étnicas Sociais da OAB-AL. Na pauta destaca-se a I Conferência Estadual dos Segmentos Afros, e a ampliação do intercâmbio institucional.

De acordo, com Alberto Jorge Ferreira, o Betinho – Presidente da Comissão – pretende-se abrir às portas da Ordem para o movimento social negro, inclusive, com a adesão de delegados na comissão.

"A gente vai ter um grupo de representatividade para ampliar as políticas afirmativas. E assim, vamos fortalecer, mobilizar e garantir maior organização das lideranças", declarou Betinho.
 
 

Exposição

2 de julho de 2008 Deixe um comentário
 
A Fundação Sônia Ivar, a Fundação Cultural Palmares e o Museu Théo Brandão convidam para a abertura da Exposição: A ALMA DA BAHIA com fotografias de Patrizia Giancotti.
Contamos com a sua presença neste evento.
 
Local: Museu Théo Brandão, na cidade de Maceió(AL)
Data: 04 de julho de 2008 (sexta-feira)
Hora: 19h
 
 
Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábado, das 14h às 17h. Entrada Franca!
 
 
 
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Cojira-AL

1 de julho de 2008 Deixe um comentário
 
 

Racismo Institucional

 

O conceito de racismo institucional, ou racismo sistêmico, foi criado em 1967 e refere-se à forma de racismo realizado nas estruturas de organização da sociedade e instituições, ao ser fornecido um serviço profissional inaproveitável para pessoas devido à sua cor, cultura, religião ou origem étnico-racial.

Ocorre quando há diferenciação negativa, exclusão, jogo de interesses, normas, atitudes e comportamentos que contribuem com a discriminação: por meio de preconceito não intencional, ignorância, desatenção e estereótipos racistas, independente, de classe social.

Em 2001, foi criado o Programa de Combate ao Racismo Institucional, desenvolvido pelo governo federal, prefeituras, Ministério do Governo Britânico para o Desenvolvimento Internacional (DFID) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que incentiva o combate ao preconceito racial em áreas como saúde e educação. Porém, ainda é preciso avançar mais!

O termo ainda é desconhecido por muitos, devido a falsa democracia racial aplicada no Brasil. Muitas pessoas cometem ou são vítimas de práticas racistas e não percebem os efeitos dos atos, é preciso aprender a distinguir e principalmente se defender.

Agora sim, é possível entender o porquê das comunidades quilombolas não terem acesso pleno ao Programa de Saúde da Família (PSF); pessoas são tratadas diferentes ou até mesmo impedidas de entrar em certos locais; o número de mortalidade infantil é maior com os negros; mulheres negras e pardas têm menor acesso aos serviços de saúde de boa qualidade; e outros itens alarmantes.

Reflita!

 

Comentário publicado na Coluna Axé – jornal Tribuna Independente (01.07.08).

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