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Archive for novembro \26\UTC 2008

MÍDIA ÉTNICO-RACIAL

26 de novembro de 2008 Deixe um comentário
Parabéns, Cojira-AL!
 
 
 
Por: Helcias Pereira
Coordenador de Cultura do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô e ativista há mais de 20 anos
 
 
 
 
Ao saber da formação da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial em Alagoas (Cojira-AL) no ano passado, fiquei extremamente feliz e cheio de esperança.
 
Sua existência proporciona uma comunicação sincera e comprometida com a causa afro-brasileira. Constatar que em nosso Estado existe profissionais de comunicação unidos e articulados em torno de objetivos inovadores, é motivo suficiente para acreditar nesta nova etapa de transformação da sociedade através da comunicação.
 
A Cojira é sem sombra de dúvidas uma alavanca primordial no sentido de efetivar consideravelmente essa nova forma de luta e de organização de um povo, que busca cotidianamente sua dignidade e felicidade.
 
Parabéns a todos os jornalistas cojiranos e que suas presenças sejam ampliadas e fortalecidas sempre!
 
 
Axé!!!
Categorias:Anajô

MOBILIZAÇÃO

26 de novembro de 2008 Deixe um comentário

Programação: 2° Seminário Regional de Promoção da Igualdade

27 e 28.11 no auditório da OAB-AL


27 de novembro – Quinta-feira

8:30- Solenidade de Abertura

Hino Nacional-Coral da OAB
Hino de Alagoas-Coral da OAB

Discurso de Abertura Dr. Omar Coelho – Presidente da OAB

Discurso do Presidente da Comissão de Defesa das Minorias Étnicas e Sociais – Dr. Alberto Jorge
Discurso da Presidente da CONPI- Drª. Sílvia Cerqueira
Apresentação da Companhia Teatral Mundo Paralelo

9:30 – 1º Painel: Desenvolvimento da Promoção da Igualdade Racial
Drª. Silvia Cerqueira Advogada: Ações Afirmativas e Políticas de Reparação Racial
Dr. Hermes Juiz de Direito: Aspectos Constitucionais e a Igualdade Racial
Drª. Valdice Gomes – Jornalista: Igualdade Racial no Mercado de Trabalho
Debate: Presidente de Mesa: Dr. Helcias Pereira Secretario de Cultural do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô

14:30 – 2º Painel: Violência Doméstica
Dr. Liercio Pinheiro Psicólogo: Violência Contra a Criança
Drª Irainé Araújo Psicóloga: Violência a Mulher e ao Idoso
Dr. Ivan Bergson Advogado: Aspectos Jurídicos na violência Doméstica
Debate: Presidente de Mesa: Drª. Sônia Lopes Sampaio – Psicóloga

16:10 – 3° Painel – Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Drª. Roseane Cavalcante de Freitas (EDEFAL): Evolução Normativa dos Direitos dos portadores de deficiência
Drª Maria Denise Moura Guimarães – Psicóloga: Descriminação existente com relação aos portadores de transtornos mentais

Debate: Presidente de Mesa: Drª Irainé Araújo – Psicólogo

28 de novembro – sexta-feira

8:30 – 1°Painel: Questões Indígenas após a Constituição de 1988
Dr. Ivan Soares Antropólogo do MPF: Situação Legal dos Índios e suas Garantias
Prof. Jorge Vieira: Povos Indígenas do Nordeste: Da Integração a Afirmação Étnica
Dr. Sávio Almeida – Prof da UFAL: Indigenismo e Política: O Pensamento MARIÁTIGUI Debate: Presidente de Mesa: Sonja Camelo – Psicóloga

10:10 – 2º Painel: Igualdade de Direito na Saúde e na Vida
Dr. Alberto Jorge – Advogado: Direito dos Homossexuais
Drª. Zoelma Lima Sexóloga: Homossexualidade: Uma Questão de Opção ou Orientação? Debate: Presidente de Mesa: Sandra Camelo – Sexóloga

14:30 – 3° Painel: Intolerância Religiosa
Padre Manoel Henrique: Atuação da Igreja Católica no Combate a Intolerância Religiosa Pastora Odja Santos: A importância de um Núcleo Afro no Contexto Evangélico.
Prof Edson Moreira – Teólogo: Religião de Matriz Africana e o Combate do Preconceito Étnico-Religioso.
Debate: Presidente de Mesa: Helciane Angelica Santos Pereira – Jornalista

16:30 – Discussão, Aprovação e Leitura Solene do Texto Final da Carta de Maceió sobre a Promoção da Igualdade Criação e Posse da Comissão de Suporte à Comissão de Defesa das Menorias Étnicas e Sociais.
Discurso de Encerramento: Sheila Camelo – Advogada – Membro da Comissão Nacional de Promoção da Igualdade (CONPI)
 
 

MÍDIA ÉTNICO-RACIAL

24 de novembro de 2008 Deixe um comentário
 
 

Cojira-AL comemora o primeiro aniversário com seminário

 

Por: Helciane Angélica
Jornalista e integrante da Cojira-AL / Presidente do Anajô


No dia 24 de novembro de 2007, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas (Sindjornal) dava um passo importante, instalou oficialmente, o primeiro coletivo do Nordeste voltado para o desenvolvimento de ações sobre as questões étnico-raciais. Assim, deu-se início a trajetória da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-AL). Para comemorar em grande estilo, a entidade realizará nos dias 29 e 30 de novembro, o seminário “200 anos da imprensa no Brasil: avanços e desafios da mídia étnico-racial”.

O grupo ainda é pequeno, formado por jornalistas e acadêmicos negros e não-negros, comprometidos com a produção de material jornalístico que exalte a cultura afro e os avanços sócio-políticos; divulga as atividades do movimento social negro; além de denunciar irregularidades, casos de racismo e intolerância religiosa.

As ferramentas de trabalho resume-se a este blog com informações de âmbito local e mundial; e a Coluna Axé, publicada todas às terças-feiras na Tribuna Independente, jornal pioneiro na implantação de um espaço com esse recorte étnico no Estado. Porém, os integrantes têm planos para produzir cartilhas, pesquisas e livros sobre a temática.

Para a realização do evento, os organizadores contam com o apoio do Cesmac, Algás, Fundação Cultural Palmares, Instituto Zumbi dos Palmares (IZP), Federação das Indústrias de Alagoas, Secretaria Estadual de Saúde e o Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô (entidade do movimento negro alagoano).

Programação

As atividades serão iniciadas a partir das 8h, com o credenciamento e o acolhimento afro no Teatro Linda Mascarenhas, localizado no bairro do Farol em Maceió. Após a abertura oficial, começam as exposições de temas importantes, que foram divididos em painéis e desencadearão ricos debates.

No primeiro painel que possui o nome do evento, subdivide-se em dois perfis: “Aspectos históricos e a importância da mídia étnico-racial” e “Estética negra, auto-estima e o papel da Imprensa”, respectivamente, ministrados por: Nelson Inocêncio (Jornalista e Professor de Comunicação na UnB) e Ana Claudia Laurindo (Cientista Social e Mestra em Educação na Ufal).

Após um pequeno intervalo, terá o painel II com o tema: “Mídia e conjuntura afro-brasileira”, também dividido em dois perfis: “Mídia e Religiosidade Afro” que terá as explicações da ialorixá Neide Martins (Grupo União Espírita Santa Bárbara – Guesb), e também, outro tema polêmico “Políticas de Ações Afirmativas, Leis de combate ao racismo e intolerância”, conduzido pelo advogado Alberto Jorge Ferreira (Presidente da Comissão de Defesa das Minorias Étnico-Sociais da OAB-AL).

No período da tarde, acontecerá um almoço e o momento de confraternização no Bar da Comunicação Afro-Cultural na sede do Sindjornal. Também terá cerveja a preço promocional, no valor de R$ 1,00 (um real). Para abrilhantar a festa, a banda de reggae Civilização Roots interpretará músicas próprias e os sucessos de Bob Marley, Tribo de Jah e Edson Gomes.

Para enriquecer a programação do seminário, no domingo (30) acontecerá uma visita étnico-cultural na Serra da Barriga em União dos Palmares. O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô foi convidado para repassar as explanações históricas sobre a importância do maior quilombo do mundo (lideranças quilombolas, herança-cultural, organização sócio-política e militar); serão realizadas trilhas e dinâmicas de relaxamento; além de levar o grupo para conferir a realidade da comunidade remanescente de quilombo Muquém. Serão disponibilizados dois micro-ônibus que sairão da Casa da Comunicação/Sindjornal às 8h, e o retorno à Maceió está programado para às 15h. As vagas são limitadas e destinadas para os jornalistas que participarem de todo o evento.

Representatividade

O tratamento dado pela mídia à população afro-descendente tem se caracterizado pela invisibilidade e pela manutenção de estereótipos. Reverter este quadro é papel dos jornalistas comprometidos com o interesse público e com a democratização dos meios de comunicação.

Recentemente, foi implantada a Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial (Conjira), órgão consultivo de assessoramento da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), que congrega todos os 06 (seis) coletivos no Brasil que trabalham as questões étnico-raciais no movimento sindical de jornalistas: o Núcleo de Jornalistas Afro-Brasileiros do Rio Grande do Sul e as Cojiras do Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Alagoas e Bahia.

Aos poucos, os coletivos enfrentam os obstáculos e ampliam suas ações, com o fortalecimento de produtos midiáticos (entrevistas, artigos, fotos, reportagens) durante o ano inteiro e não apenas nas datas nacionalmente conhecidas (13 de maio e 20 de novembro); realizam seminários e debates sobre a conjuntura da população afro-descendente; investem na publicação de livros, pesquisas e outros. O próximo passo será a execução do I Encontro Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial em 2009, as discussões já começaram, e tem tudo para ser um sucesso.

Serviços

Seminário: “200 anos da imprensa no Brasil: avanços e desafios da mídia étnico-racial”
Dias: 29 e 30 de novembro
Local: Palestras – Teatro Linda Mascarenhas
Bar da Comunicação – Sindjornal
Visita étnica – Serra da Barriga/ União dos Palmares

Inscrições gratuitas na sede do Sindjornal (Rua Sargento Jaime, 370, Prado – esquina com a Av. Assis Chateaubriand) ou pelo telefone: (82) 3326-9168

RELIGIÃO

24 de novembro de 2008 Deixe um comentário
 
 

Missa da Paz e recorte étnico

 

A sociedade civil alagoana está sendo convidada a prestigiar a Missa da Paz no dia 27, às 18h, na Catedral Metropolitana de Maceió. Realizada toda última quinta-feira do mês, desta vez, abordará um tema especial: “Juntos pela paz e pela vida! Pelo respeito às diferenças”, além de integrar as celebrações do mês da consciência negra. Participe!!!

SEMINÁRIO

24 de novembro de 2008 Deixe um comentário
 

OAB/AL promove encontro sobre Promoção de Igualdade

 

 

 

Nos próximos dias 27 e 28 de novembro, acontece, no auditório da OAB Alagoas, o 2° Seminário Regional de Promoção da Igualdade. O evento é uma iniciativa da Comissão Nacional de Promoção da Igualdade do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O encontro será uma etapa preparatória para o Seminário Latino Americano de Promoção da Igualdade e tem por objetivo discutir temas relacionados à inclusão social e promoção da igualdade na sociedade.

A abertura do evento vai contar com a presença do presidente da OAB/AL Omar Coelho de Melo, da presidente da Comissão Nacional de Promoção da Igual do Conselho Federal da OAB, Sílvia Cerqueira e do presidente da Comissão de Defesa das Minorias Alberto Jorge. A programação dos dois dias se estende com mesas temáticas sobre os direitos das crianças, GLBTS, portadores de necessidades especiais, negros, mulheres, índios e idosos. A expectativa é encerrar o evento com a formação da Comissão de Suporte à Defesa das Minorias Étnicas e Sociais.

Segundo a advogada Sheila Camelo, que integra a CONPI, o seminário é uma oportunidade especial de crescimento coletivo e individual. Ela explicou que o encontro é uma prévia do evento internacional que será realizado em Salvador (BA). “Queremos promover mudanças na sociedade. A nossa finalidade é tentar diminuir as desigualdades com o apoio desses movimentos”, afirmou. No final do encontro será redigido o texto da Carta de Maceió sobre a Promoção da Igualdade.

O evento está com inscrições abertas na sede da OAB. Para participar é necessário um quilo de alimento não perecível. O que for arrecadado será doado a Comunidade Nova Jericó que funciona em Marechal Deodoro e atua no tratamento de dependentes químicos. Mais informações pelo 9997-9289.

 

 

Fonte: http://www.oab-al.org.br/noticias.php?in=index&nid=2222

 

PROTESTO

24 de novembro de 2008 Deixe um comentário
 

Ato político-cultural e religioso marca 20 de novembro em Alagoas

 

 

Por: Helciane Angélica

Jornalista / Integrante da Cojira-AL / Presidente do Anajô

 

 

Cerca de 200 religiosos de matriz africana oriundos de 80 casas de axé de várias matrizes (Nagô, Gêgê, Umbanda, Geto e Xambá), além de ativistas de vários segmentos afros participaram de um ato político-cultural e religioso no centro de Maceió. A manifestação era contra o descaso dos governos Estadual e Federal, que não disponibilizaram recursos para as atividades artístico-culturais na capital alagoana.

 

Outra pauta de reivindicação foi a ausência de apoio para o ritual religioso de suma importância que acontece tradicionalmente na madrugada do dia 20 de novembro na Serra da Barriga. O "Axexê", oferenda aos orixás e homenagens aos ancestrais, o qual reverencia os quilombolas mortos em nome da liberdade, abre os caminhos, traz boas energias e purifica a subida até o palco da resistência negra.

 

Durante muitos anos, o ritual sagrado era conduzido por babalorixás e ialorixás da Bahia, e com a organização das Casas de Axé em Alagoas, foi assumido religiosos alagoanos.  A cerimônia que tradicionalmente faz parte da  programação foi abortada, porque as promessas com a garantia do translado, a compra dos objetos e alimentos para as oferendas não foram cumpridas até a véspera do ritual.

 

Segundo Maurício Reis, Diretor de Patrimônio da Fundação Cultural Palmares, a instituição não pôde atender tudo que havia sido solicitado, mas foi ofertada uma contra-proposta. “Nós disponibilizamos transporte e alimentação. O quantitativo que eles queriam eram para 300 pessoas e dentro de nossas possibilidades, nós não tínhamos recursos para isso”. A FCP sugeriu uma quantidade menor: “Seriam para aproximadamente 99 pessoas, mas eles não se sentiram contemplados”, declarou em entrevista a uma emissora de TV.

 

 

ATO

 

A atividade teve início com um cortejo afro que percorreu as ruas do centro de Maceió até a Praça Zumbi dos Palmares. O afoxé Odô Iyá conduziu o batuque afro e destacou a dança-afro, também, tiveram faixas que ressaltavam a indignação: "O povo do axé exige o respeito da Fundação Cultural Palmares" e "Religião de matriz africana é força e resistência da luta de Zumbi".

 

Na praça esperavam as bandas percussivas Baque Alagoano e Orquestra de Tambores que abrilhantaram ainda mais o “Xirê” (culto aos orixás, realizado em círculo), em baixo de sol forte, que foi acompanhado pelos meios de comunicação do Estado. 

 

A ocasião também foi propícia para a passagem de uma Moção de repúdio aos últimos acontecimentos, que foi assinada pelos presentes, onde solicitava mais respeito.

 

Dentre as organizações que prestigiaram a celebração, estavam: Fórum de Entidades Negras de Alagoas (Fenal); Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial em Alagoas (Cojira-AL); Comissão de Defesa das Minorias Étnico-Sociais da OAB-AL; Pastoral da Negritude da Igreja Batista do Pinheiro; Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô; Companhia Teatral Mundo Paralelo; Fundação Afonso Arinus.

 

Confira os depoimentos:

 

“Precisamos ser fortes, marchar no mesmo caminho e confiar em Olorum (deus da guerra). Pedimos proteção, muita paz e axé. Estamos aqui um por todos e todos por um” – Pai Maciel (O mais antigo Babolorixá de Alagoas)

 

"Nós não estamos pedindo autorização para subir a Serra não, estamos dizendo que a Serra da Barriga é nossa!"Amaurício de Jesus (Professor; Fenal; Coordenador do Ponto de Cultura Quilombo Cultural dos Orixás/Casa de Iemanjá)

 

"Eu fiquei muito triste com as coisas que estão acontecendo, as questões políticas e as decisões impostas. Desde 1993, as atividades também aconteciam aqui (Praça Zumbi dos Palmares – Maceió) e a gente conseguia colocar 400 pessoas nesse espaço. (…) Muitas pessoas do nosso grupo fizeram questão de não subir a Serra esse ano, não nos sentíamos contemplados. Nosso quilombo, também é aqui!"Wilson Santos (Orquestra de Tambores)

 

“Todos os anos nós vamos a Serra da Barriga realizamos nossas atividades. Nós dançamos, fazemos nossas oferendas, mas também, precisamos aprender a fazer um ato político-cultural. Nós não somos qualquer um, merecemos respeito! Aonde tiver justiça, Xangô estará com a gente”Alberto Jorge Ferreira (Presidente da Comissão de Defesa das Minorias Étnico-Sociais da OAB-AL). 

 

 “Qualquer manifestação aqui em Alagoas ou em qualquer outro lugar sobre a importância de Zumbi merece respeito e tem sua relevância. A gente sabe também que ele não é herói apenas de União, é nacional. Maceió não poderia ficar fora da programação e esse momento é de extrema importância, onde não deixamos de dar o nosso grito de axé”. Benedito Jorge (Integrante da Pastoral da Negritude da Igreja Batista do Pinheiro). 

 

“Esse é um momento histórico. Mostra de uma vez por todas que vocês não devem ser tutelados, devem assumir o controle das ações. É um momento único”Edson Bezerra (Antropólogo e Sociólogo). 

 

"Estou satisfeita pela união e a força de todos nós. Quero dizer uma coisa, Zumbi não está só na Serra não, está aqui entre nós!” Mãe Mirian (Ialorixá) 

Informes Afros

22 de novembro de 2008 Deixe um comentário
 
* 22/11 – Misa Acústico
O cantor Igbonan Rocha apresenta seu novo espetáculo "Vertente Musical", com repertório variado, no projeto Misa Acústico. Ingressos no Museu de Imagem e do Som (Misa), por R$ 5,00.
 
* 22/11 – Negro e Bíblia
A Pastoral da Negritude da Igreja Batista do Pinheiro realizará um encontro estratégico para discutir o tema: "Bíblia na ótica da Teologia Negra". Vagas limitadas! Taxa de participação: R$5,00. E a partir das 19h30, aberto ao público, terá o lançamento da segunda edição da revista Flor de Manacá, que enfoca a mulher negra. Mais informações: (82) 8814-6084 /
pastoraldanegritudeibp@yahoo.com.br.
 
* 23/11 – Teatro Afro
O espetáculo "Transversalidade de idéias, uma declaração de amor a Serra da Barriga", da Companhia Teatral Mundo Paralelo, será apresentado no Teatro de Arena (ao lado do Teatro Deodoro) a partir das 17h, em Maceió. Ingressos com preço popular de R$ 2,00, podem ser adquiridos no Sintep – Rua Lourival Viera Castro, 32, Prado. Mais informações: (82) 8853-5865.
  
 
*27/11 – Missa da Paz
A Catedral Metropolitana de Maceió sediará uma Missa pela Paz especial, a partir das 18h. A missa é realizada toda última quinta-feira do mês, e no período que acontecem várias ações para celebrar o mês da consciência negra, terá o tema: "Juntos pela paz e pela vida! Pelo respeito às diferenças". Todos estão convidados!
 
 

Material enviado pela Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial em Alagoas (Cojira-AL)