Arquivo

Archive for abril \30\UTC 2011

Bastidores: Delegação alagoana na 14ª Assembleia dos APNs

30 de abril de 2011 Deixe um comentário

Assembleia Nacional dos APNs

Delegação alagoana: Helcias, Helciane, Valdice e Jorge (observador)

Malungo Helcias na reunião da Coordenação Nacional

Mística de Abertura

Cânticos afros entoam a alegria de ser APNs

Helcias Pereira - Coordenador Nacional de Formação/APNs

APNs inicia a 14ª Assembleia Nacional no Maranhão

22 de abril de 2011 Deixe um comentário

Representantes dos Estados de AL, ES, MG, PI, PR, RJ, RS, SP e TO debaterão e defenderão as mudanças do Estatuto e Regimento dos APNs 

Por: Helciane Angélica – Jornalista/APN-AL   

Nesta quinta-feira, 21 de abril, foi oficialmente aberta a 14ª Assembleia Nacional dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs) no Espaço Oásis – Centro de Oração, Encontros e Cursos localizado na ilha de São Luiz, no estado nordestino do Maranhão. Tem como objetivo central a construção de um novo regimento interno e a revisão do Estatuto Social, da entidade nacional que possui 28 anos de trajetória no país.

As atividades foram iniciadas com uma mística especial conduzida pelo Mocambo do Estado anfitrião e o pronunciamento do Coordenador Geral Nuno Coelho. Logo após, foram lidas mensagens de congratulações da Ministra Luiza Bairros da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), da Ministra Iriny Lopes, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres; o Ministro de Estado Gilberto Carvalho, Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República; e Eloi Araújo, Presidente da Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura.

Conheço os APNs, que são firmes com a missão de construção de um Brasil mais justo, fraterno e com igualdade entre negros e não-negros”, mencionou Eloi Araújo, ex-Ministro da Seppir e atual Presidente da FCP, durante sua carta de apoio e parabenização pelo evento.

Ao som dos atabaques, agogô e xequerê, em todos os intervalos, os militantes cantam, dançam e exaltam a conscientização, organização, fé e luta dos APNs.

Representação

Participam da Assembleia: delegados, observadores e convidados das mais diversas manifestações culturas, de todas as idades e crenças religiosas, na sua maioria mulheres. Estão presentes representantes dos estados do Alagoas, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins. Infelizmente, tivemos a ausência dos estados da Bahia e Goiás.

O primeiro dia da Assembleia foi marcado por formação e o debate sobre “Ser negro e ser APNs no Brasil”. O Coordenador Nacional de Formação, Helcias Pereira, ministrou a palestra “Pertencimento e Resistência Negra” que traz a reflexão referente aos estereótipos sobre o povo negro, a ancestralidade e os conhecimentos desenvolvidos no continente africano, a importância da Imprensa Negra, efeitos do racismo, identidade, consciência negra, militância e ser APN.

Debate

Na plenária, o debate sobre empoderamento negro nos mais diversos setores foi fortalecido. Em relação ao pertencimento étnico, o Prof. Msc. João Carlos Pio (APN/MG) destacou que palavra pertencer é bastante discutida no campo da Sociologia, a exemplo do teórico Max Weber, e significa “fazer parte de uma comunidade política que faz sentido”.

Já a pedagoga Jacinta Maria dos Santos (APN/MA) refletiu sobre a importância da consciência étnica e a responsabilidade dos militantes. “O que é consciência negra, o que é eu assumir a minha negritude e ser de um povo de luta? Tem muita gente que se fantasia de negro, mas na prática possui uma atitude diferente, não tem o mesmo posicionamento. Tem muito militante que utiliza a causa para proveito próprio, enquanto, a comunidade continua sofrendo e passando dificuldades. E isso é ser militante?”, questionou.

A educadora Darci da Penha (APN/RJ) pediu a palavra para relembrar sobre a aplicabilidade da Lei 10.639/03 e cobrar maior engajamento. “Eu não quero trabalhar a questão do negro apenas no dia 20 de novembro, e só aí, mostrar a roda de capoeira, falar da feijoada e de outras coisas. Eu gostaria que nós [APNs em Assembleia] saíssemos daqui com a missão de sermos fiscalizadores da Lei em nossos Estados”, defendeu.

A jornalista Valdice Gomes (APN/AL) aproveitou para destacar que a luta da imprensa negra é antiga e teve um hiato durante o período da ditadura, mas atualmente, existe um movimento nacional de jornalistas sindicalizados discutindo a visibilidade étnica no Brasil e o profissional negro. “A comunicação é um espaço de poder, e não é a toa que a grande mídia não dê espaço para temática étnico-racial, mas precisamos intervir e participar da discussão da democratização da comunicação no Brasil”, ressaltou.

Em relação a questão de “Ser APNs”, o Coordenador Nacional Nuno Coelho (APN/SP) afirmou que o pertencimento não foi trabalhado quando chegou à entidade, e só foi percebendo por meio das leituras e da vivência. “Ser APNs pra mim hoje é ser família, e isso não faz parte do Estatuto e do nosso regimento, e sim, faz parte da nossa formação. E eu não vejo isso em outro movimento negro do Brasil, é aqui entre vocês que eu busco o meu horizonte”, destacou.

À noite, teve uma kizomba cultural com a participação do cantor e compositor maranhense Luiz Carlos Guerreiro, que interpretou canções que exaltam a cultura e a história do povo afro-descendente. Também ocorreu a apresentação da tese de Mestrado do professor João Carlos Pio, com o tema “Currículo e Diversidade Étnico-racial na materialidade da Lei 10.639/03 em duas escolas da rede municipal de Contagem”, pesquisa defendida no dia 05 de abril na PUC-MG.

Fonte: http://www.apnsbrasil.org/

Maranhão … chegamos!!!

20 de abril de 2011 Deixe um comentário

Valdice, Helciane e Helcias ... esperando a carona, no Aeroporto de São Luiz (MA)

 
Finalmente estamos em São Luiz no Maranhão! Após uma viagem tranquila, mas cansativa, saímos de Maceió com escalas em Salvador, Recife e Fortaleza … quase passamos pelo Nordeste todo para finalmente chegar na cidade conhecida por  ilha dos amores, capital brasileira do reggae e terra do Bumba-meu-boi.

Durante todo o trajeto estive bem acompanhada, ao lado do meu pai Helcias Pereira e da amiga jornalista Valdice Gomes – pessoas que admiro, onde estou aprendendo muito sobre as questões étnicorraciais e crescendo politicamente.

Juntos, formamos a delegação alagoana que participará nos dias 21 a 24 de abril, em plena semana santa, da 14ª Assembleia Nacional nos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs), importante entidade que completou 28 anos de atuação no país. Estamos representando o Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, o Mocambo Anajô, organização não-governamental que renovou o vínculo com os APNs em 2009. 

O principal objetivo desta assembleia é garantir as reformas e alterações do Estatuto e Regimento Interno, também, terão grupos de trabalho, debates, palestra, e lógico, integração sócio-cultural entre os participantes. Saiba mais: http://www.apnsbrasil.org/.
 
 

APNs

20 de abril de 2011 Deixe um comentário

Nos dias 21 a 24 de abril, durante a semana santa, os Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs) realizarão a sua 14ª Assembleia Nacional na cidade de São Luiz (MA). A atividade tem como principal objetivo garantir as reformas e alterações do Estatuto e Regimento Interno da entidade que completou 28 anos de atuação no país. Na programação, também terá a palestra “Pertencimento e Resistência Negra” ministrada por Helcias Pereira, Coordenador Nacional de Formação e Conselheiro do CNPIR; além de grupos de trabalho, debates e um passeio guiado ao Quilombo de Alcântara no Domingo de Páscoa. Acesse: www.apnsbrasil.org.

Fonte: Coluna Axé – Jornal Tribuna Independente (19.04.11)

Bastidores: Tambor Falante (09.04.11)

10 de abril de 2011 Deixe um comentário

 Por: Helciane Angélica – Jornalista

 No sábado (09.04) ocorreu a sexta edição do Tambor Falante – Ciclo de Debates com o tema “Racismo e Homofobia na atual conjuntura” e a reflexão crítica sobre as declarações emitidas pelo Deputado Federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) no programa CQC da Band. A atividade ocorreu no espaço de eventos Brindar Festa, por trás do Ginásio Cenecista Jorge Assunção no bairro do Poço.

Estiveram presentes integrantes do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô vinculado aos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs); Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial em Alagoas (Cojira-AL); Pastoral da Negritude da Igreja Batista do Pinheiro; Centro de Educação Ambiental São Bartolomeu (Ceasb); a professora universitária e meteorologista Ângela Bahia; e a médica e vereadora por Maceió, Fátima Santiago (PP).

Eu sou uma mulher negra que tive uma educação e oportunidades diferenciadas, mas que batalhei muito. E por ter essa origem, sempre procuro aprender a cada dia, ter mais contato sobre as questões sociais e discutir mais sobre as diversas formas de preconceito. É um mundo novo e quero conhecer, para ajudar da melhor forma“, declarou a vereadora aos presentes.

Na ocasião, os participantes puderam assistir a entrevista de teor preconceituoso, além de vídeos sobre os efeitos danosos executados desde a infância que contribuem para a intolerância, a baixa-estima e práticas criminosas. Também foi discutido o racismo institucional, as abordagens policiais e a imagem negativa que as pessoas negras e pobres, moradoras de favelas, são vistas como bandidos.

Além disso, foram expostas as opiniões e estratégias de ação para que Alagoas seja incluída no movimento de repúdio ao parlamentar e para que a Lei seja cumprida. “Essa declaração sobre negros e gays, não é só ele. Tem um rebanho de pessoas que comungam do mesmo pensamento, e pior, que defendem o que ele fala e votaram nele“, desabafou o professor Allex Sander Porfirio. A presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas e integrante da COJIRA-AL, disse que o deputado já é conhecido por suas declarações bombásticas, e que o movimento nacional de jornalistas pela igualdade racial manifestaram seu repúdio. O ativista Helcias Pereira, defende uma punição para o parlamentar: “Ele está ganhando dinheiro público e fala essas babozeiras, pior, são práticas racistas e criminosas, e deve ser cassado“, disse.

O Tambor Falante existe há dois anos, busca ampliar a discussão sobre assuntos ligados às questões étnicossociais e a integração do movimento negro alagoano, além de refletir sobre temas polêmicos do cotidiano.

Tambor falante discute Racismo e Homofobia

6 de abril de 2011 Deixe um comentário

Jair Bolsonaro e seus preconceitos

Por: Helciane Angélica – com informações de agências nacionais
 

CONVITE - ABERTO AO PÚBLICO

Na última semana, as declarações do Deputado Federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) no quadro “O povo quer saber” do programa CQC na Band gerou muita revolta e debates nas reuniões do movimento negro, lista de emails e redes sociais. Ele é considerado o deputado federal mais polêmico do Brasil, além de ser considerado porta-voz da extrema direita militar e admirador de todos os generais que assumiram à Presidência no período da ditadura, incluindo, Médici, Figueiredo e Geisel.
Na entrevista foram realizadas várias perguntas, inclusive, uma feita pela cantora Preta Gil (filha do ex-ministro Gilberto) sobre a possibilidade de um homem branco se apaixonar por uma mulher negra. “Ô Preta, eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco e meus filhos foram muito bem educados. E não viveram em ambientes como lamentavelmente é o teu”, declarou Jair Bolsonaro. Também criticou o homossexualismo e o sistema de cotas raciais.
No último domingo (03.04) teve o protesto Fora Bolsanaro na Praça do Ciclista – Av. Paulista em São Paulo, com a participação de ativistas nos mais diversos setores sociais. E inúmeras notas públicas de repúdio estão sendo divulgadas pelo país afora, até a ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), disse esperar que a Câmara dos Deputados haja com firmeza no caso do deputado e seja encaminhado para a Comissão de Ética devido a quebra de decoro.
Gostaríamos de lembrar que “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional” é crime previsto na Lei nº9.459 de 13 de maio de 1997, tem pena de reclusão de um a três anos e multa; caso o crime seja “cometido por intermédio dos meios de comunicação social ou publicação de qualquer natureza”, a pena pode chegar a cinco anos de reclusão e mais multa.
Não venha com essa de que é liberdade de expressão, entretenimento, que ele não entendeu direito as perguntas, etc – como pode um parlamentar que deveria dar o exemplo, propagar em rede nacional todo o seu ódio para mais da metade da população brasileira e isso ficar impune? RACISMO É CRIME, e infelizmente, tem muitos casos arquivados e outras pessoas como ele espalhadas por aí! “Olorum Kolofé Axé – Deus te abençoe e te dê força!”. Continuaremos na luta por respeito e igualdade!
Fonte: Coluna Axé/Tribuna Independente – nº144 (05.04.11)

Carta Mensal – Abril 2011

3 de abril de 2011 Deixe um comentário

 São Paulo, 01 de abril de 2011

 

Prezados/as Malungos/as

APNs do Brasil,

 

Este mês de abril marca o primeiro ano de jornada frente à direção nacional da nossa querida entidade que completou 28 anos de resistência em 14 de março último. É motivo para uma avaliação das nossas ações e pensar uma agenda programática para os próximos passos desta gestão.

Os APNs cumpri papel histórico decisivo na construção da democracia brasileira, particularmente no que diz respeito à promoção da igualdade racial e na avaliação e proposição das políticas de ações afirmativas, tarefa inconclusa, que segue crucialmente na ordem do dia.

O período iniciado em 2010 com a nossa eleição para essa coordenação nacional nos motivou a cuidar da gestão interna da entidade buscando um olhar mais organizativo, mas sem deixar de acompanhar os momentos mais significativos da agenda nacional e internacional. O projeto nacional era fortalecer a bandeira dos APNs em todas as regiões do Brasil e para isso se fez necessário ir ao encontro de cada um dos Quilombos e Mocambos, visitá-los, animá-los e em alguns até criar uma agenda de trabalho que colocasse-nos em diálogo com os movimentos sociais locais, mas também que impulsionasse a auto-estima da nossa militância ao pertencimento a nossa entidade. Mas foi importante também uma relação com o Estado e o Parlamento na relação política que garantisse naquele momento histórico do então Governo Lula a reformulação e aprovação do Estatuto da Igualdade Racial. Os APNs não poderiam ficar fora desse projeto do qual nós acompanhamos desde o início sua formulação. Não foi fácil garanti-lo perante a sociedade e nem mesmo internamente, mas hoje temos uma carta legítima com garantias pontuais e possíveis.

Nossa presença nos conselhos tem afirmado nosso papel de exercer o controle social das políticas e vamos empreender com liberdade e autonomia nosso papel cada vez mais. Nossa presença e ação política nas eleições de 2010 foram tímidas, mas localmente contribuímos com algumas candidaturas hoje vitoriosas, e a ausência da temática racial das campanhas majoritárias, certamente, teve reflexos consideráveis nesta timidez, mas na reta final nos unimos e organizamos no Rio de Janeiro, o grande ato do movimento negro brasileiro que ajudou sem dúvida a eleger a primeira mulher Presidente do Brasil. Para o próximo ano temos que ter a ousadia de polarizar o debate racial com projetos da agenda racial nas campanhas majoritárias e incentivar o maior número de APNs a se candidatarem e defenderem nossas bandeiras de luta.

Impulsionamos de forma considerável nossa atuação internacional nesse primeiro ano acompanhando e participando de atividades internacionais, o que serviu de incentivo para ressuscitarmos a discussão ainda que timidamente sobre a internacionalização dos APNs com Mocambos em alguns países latinos e africanos.

Agora é o momento de olharmos para os nossos acertos, mas também de encaramos os nossos desafios.

Rearticulamos os APNs no Piauí, reforçamos nossa presença em Alagoas, reformulamos no Espírito Santo e temos por desafio este ano reorganizar São Paulo, Rio Grande do Sul, Tocantins, Bahia e estamos caminhando com passos seguros para nosso retorno ao Mato Grosso e Ceará, elevando o numero de Quilombos para 13 (treze).

O Ano Nacional da Juventude está sendo um grande desafio, mas está cumprindo seu papel enquanto tática política, abrindo espaço para dialogarmos com setores importantes do governo e sociedade na defesa de projetos para políticas para juventude e apontar nossas teses frente alguns debates que hoje são premente como genocídio ou extermínio da juventude negra, mercado de trabalho, educação, lazer, etc. Esperamos que os estados agora, ainda que as dificuldades sejam grandes, motivem a participação e contribuam para afetiva realização dos eventos programados e participem de tantos outros possíveis localmente em seus Estados e mocambos e se preparem o máximo estudando o documento base, já enviado para o encontro nacional em julho próximo em Campinas – SP.

O próximo período se inicia agora com a realização da 14ª Assembléia Nacional que acontecerá de 21 a 24 de abril no Maranhão, se desejamos continuar sendo fortes e resistentes, isso significa a construção de uma meta a ser alcançada.

Nossa prioridade será a reforma do Estatuto Social, nossa carta maior, mas também uma agenda programática que inclua o debate sobre as mulheres, a juventude, as eleições 2012 e 2014, a nossa presença no debate da reforma política, a reorganização do movimento negro brasileiro, a capacitação das nossas lideranças para ocupar o espaço de poder, o fortalecimento da nossa marca em nível nacional e local, a busca de novos filiados com qualidade política, o estreitamento da nossa relação com as várias instituições religiosas para fortalecer nossa vertente macro-ecumênica, a construção de condições para buscar nossa sede nacional, tudo isso passa por conseguirmos traduzir a nossa agenda em propostas concretas para o conjunto da entidade, mas também da sociedade para darmos passos significativos na erradicação do racismo e o empoderamento do povo negro.

Aproveito a oportunidade de dialogar com cada um e cada uma de vocês neste momento para agradecer o apoio, o incentivo e a acolhida fraterna em seus Estados e Mocambos e aos meus companheiros e companheiras da direção nacional que tão exemplarmente dividem comigo essa árdua tarefa de conduzir a agenda da nossa entidade e refletir sobre as dinâmicas do dia-dia.

A partir de agora inauguramos o novo período do nosso planejamento estratégico, respeitando a realidade de cada Estado e cada mocambo, mas empreendendo cada vez mais para a consolidação dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil.

Um beijo no coração,

Nuno Coelho – Coordenador Nacional