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Alagoas participa do Seminário de Abertura do Ano Nacional da Mulher APNs

14 de fevereiro de 2012 Deixe um comentário
Nos dias 10 e 11 de fevereiro, ocorreu na cidade de São Leopoldo (RS) o Seminário “Mulheres Negras: Resistência e Soberania de uma Raça” e a abertura oficial do Ano Nacional da Mulher APNs. A atividade foi coordenada pelo Grupo Cultural Anastácia Ominira – entidade vinculada aos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs) – e contou com o apoio da Prefeitura Municipal, da Secretaria de Segurança e da Coordenadoria da Mulher.
Estavam presentes representantes dos Estados de Alagoas, São Paulo, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, além de educadores, gestores municipais, vereadores, representante da ONG Palmares e do Conselho Tutelar.
De Alagoas, estiveram presentes a jornalista Helciane Angélica (Mocambo Anajô-APN/AL), que acompanhou a médica ginecologista e vereadora por Maceió, Fátima Santiago (PP), uma das facilitadoras do grupo de trabalho sobre “Fortalecimento da Mulher na Política e Poder”. A parlamentar repassou suas experiências e destacou projetos de Lei da sua autoria, além de relatar as dificuldades enfrentadas ao longo dos três mandatos e a atuação em comunidades carentes para a prevenção do câncer do colo de útero e de mama.
Debate
Foram discutidas as estratégias de atuação e formação sócio-política sobre as questões étnicorraciais e de gênero, protagonismo das jovens negras e a participação nos espaços de poder. Dentre as propostas apresentadas estiveram: investir na formação política nas bases; seminário sobre a saúde da mulher negra; fortalecer a organização das jovens; construir quadros políticos no Brasil inteiro.
Para a Assessora da Mulher dos APNs, Rose Torquato, o ano de 2012 será muito especial para a entidade nacional e na defesa do desenvolvimento de políticas públicas destinadas às mulheres negras. “Eu comparo os APNs a uma árvore, que tem raízes fortes e se espalhou por esse país afora. Ser agente de pastoral negro é ser uma só família, e ser pastoral é o mesmo que cuidar dos outros, e essa é uma relação que veio da África. E o ano nacional da mulher APNs é para incentivar e mostrar que a mulher negra tem que mostrar o seu poder em qualquer lugar que esteja, seja dentro de casa, na comunidade, no trabalho, no sindicato e no partido político“, exaltou.
Ao longo desse ano, todos os mocambos deverão realizar atividades de formação e sócio-políticas na área de gênero e etnia, além dos encontros estaduais. As ações serão avaliadas no 6º Encontro Nacional da Mulher APNs, nos dias 15 a 17 de novembro, no Rio de Janeiro.
Outras atividades
Ainda teve na programação, a visita de cortesia na Câmara de Vereadores de São Leopoldo e a audiência no Gabinete do Prefeito Ary José Vanazzi. E o desfile do bloco carnavalesco “Filhos de Anastácia”, que existe há três anos, teve como samba-enredo 2012: “Anastácias, mulheres guerreiras”, escrito por Negro Izolino, cantor e compositor que faz músicas para escolas de samba desde 1980. O bloco afro animou a comunidade do bairro do Rio Branco e integrantes dos APNs. Confira outras informações no site: www.apnsbrasil.org.

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Integrantes do Anajô prestigiam ensaio da Banda Afro Mandela

6 de fevereiro de 2012 4 comentários

Por: Helciane Angélica 

O domingo (05.02) foi bem agitado e especial para a cultura afro-alagoana! E o Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô – APNs de Alagoas – não poderia deixar de ir, estavam lá: Allexsander Porfírio,  Filomena Felix, Helciane Angélica, Helcias Pereira, Jaelson Silva, Marcélia Santos, Pablo Yooung e Valdice Gomes.

Em frente ao bar La Rosa Mossoró, no bairro do Jaraguá em Maceió, teve o encontro entre o Maracatu AfroCaeté e a Banda Afro Mandela, que protagonizaram o “Tambores na rua”. A banda afro teve início em 1989, e estava parada há alguns anos… Helcias e Jaelson, não resistiram e pegaram os instrumentos que tanto tocaram.

Em pouco tempo, curiosos e representantes de várias entidades do movimento negro alagoano foram chegando para acompanhar os clássicos das bandas afros, dançar bem muito e rever amigos. O próximo encontro está agendado para o dia 04 de março. Estaremos lá!

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Companheiros da Banda Afro Mandela retornam aos batuques

5 de fevereiro de 2012 2 comentários

Celebração dos 30 anos dos APNs ganha novos parceiros

4 de fevereiro de 2012 Deixe um comentário

Texto: Helciane Angélica

Foto: Mestre Claudio

A articulação preparatória para o aniversário dos 30 anos dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs), caminha de forma favorável em Alagoas!

Durante a visita política em nosso Estado, do Coordenador Nacional Nuno Coelho, ocorreu no dia 23 de janeiro uma audiência na Secretaria da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos, com a Secretária Kátia Born, e Clébio Araújo, Vice-Reitor da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal).

Na ocasião, foi realizado um breve histórico sobre a entidade nacional, suas principais atividades e atuação no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR). Também foi apresentado o projeto para a celebração dos 30 anos que ocorrerá de 13 a 17 de março de 2013, e contará com uma programação bem heterogênea.

A Secretária Kátia Born após analisar as propostas do evento, já deixou confirmado a parceria do Governo do Estado de Alagoas, com a disponibilização do Teatro Deodoro e o Centro de Convenções de Maceió para a realização das atividades. E a Uneal, estará diretamente envolvida na organização do Simpósio para rememorar a trajetória da entidade em todo o Brasil, com depoimentos de militantes históricos e análise técnica de pesquisadores; além da publicação de um livro com os resultados.

Também estiveram presentes, os integrantes do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô: Helcias Pereira, Allexsander Porfírio, Valdice Gomes e Mestre Claudio, que atualmente encontra-se como Gerente Afro Quilombola da Secretaria Estadual e possibilitou o agendamento da reunião.

Fátima Santiago se reúne com integrantes dos APNs

3 de fevereiro de 2012 Deixe um comentário

A entidade nacional do movimento negro completará 30 anos no próximo ano


Conversa descontraída entre: Filomena Félix, Allex Porfírio, Nuno Coelho e Fátima Santiago

No dia 24 de janeiro de 2012, no Restaurante Bodega do Sertão em Maceió, a Vereadora Fátima Santiago (PP) esteve com integrantes do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô – grupo alagoano vinculado à entidade nacional do movimento negro, os Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs) – e o Coordenador Nacional, Nuno Coelho.

Durante o almoço de cortesia, foram discutidos: políticas públicas nacionais destinadas à população afro-descendente e a importância de ter uma parlamentar que defende a causa, ainda mais, sendo a única vereadora negra na Câmara Municipal de Maceió. Ainda foi reforçado o convite para que ela participe do Seminário Nacional e Lançamento do Ano da Mulher APNs, nos dias 10 e 11 de fevereiro, em São Leopoldo (RS).

E o ponto central do encontro foi o aniversário dos 30 anos dos APNs. Nuno Coelho está na capital alagoana para cumprir uma agenda política de articulação para a celebração, que acontecerá de 13 a 17 de março de 2013, nas cidades alagoanas de Maceió e União dos Palmares, e contará com a presença de integrantes de vários mocambos, autoridades e convidados.

Compromisso

Nuno Coelho e Fátima Santiago
A parlamentar garantiu o seu apoio nos preparativos para a realização do evento, inclusive, mediando reuniões com gestores públicos e na busca de patrocinadores.

Também afirmou que apresentará um requerimento com a indicação da entidade para receber ainda neste ano a Comenda Zumbi dos Palmares (Resolução nº492 de 09/08/98) outorgada a personalidade, entidades e instituições que tenham se destacado na luta pelo fim da descriminação cultural, racial e de cor sofrida pelos negros.

Fátima Santiago mesmo com o pouco tempo envolvida com a história dos APNs, tem demonstrado admiração pelo trabalho desenvolvido. Já frequentou atividades sócio-políticas e culturais realizadas pelo Anajô, a exemplo do Tambor Falante, “Uma por santo – feijoada entre amigos” e do “Palmares in loco”. Também foi uma das participantes da primeira etapa da Escola Nacional de Formação, onde ampliou seus horizontes sobre a luta no combate do racismo e na efetivação de ações afirmativas. A sua filiação foi oficializada em julho de 2010, na cidade de São Paulo. (Leia também:Fátima Santiago participa de formação étnicorracial em São Paulo).

Fonte: www.fatimasantiago.com

Decreto Governamental: Pedido de perdão ao Quebra de Xangô

2 de fevereiro de 2012 1 comentário
Foto: Agência Alagoas

ATOS E DESPACHOS DO GOVERNADOR
DECRETO Nº 18.041,
DE 1º DE FEVEREIRO DE 2012.
DECLARA PEDIDO FORMAL DE PERDÃO À POPULAÇÃO AFRO-ALAGOANA E À RELIGIOSIDADE AFRO-BRASILEIRA, EM DECORRÊNCIA DOS ATOS PRATICADOS NO EPISÓDIO HISTÓRICO DENOMINADO “QUEBRA DOS XANGÔS DE 1912”.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso das atribuições que lhe confere o inciso IV, do art. 107 da ConstituiçãoEstadual, e tendo em vista o que consta do Processo Administrativo nº 1101-276/2012,Considerando a necessidade de cumprimento das obrigações internacionais contraídas pelo Brasil mediante a ratificação de diversos instrumentos internacionais de proteção dos Direitos Humanos, em especial àquelas estabelecidas na Carta de Direitos Humanos das Nações Unidas; Considerando o compromisso do Governo do Estado de Alagoas em promover uma cultura de paz e respeito aos Direitos Humanos, aos princípios e aos valores emanados das liberdades e garantias fundamentais, asseguradas pela Constituição Federal, em especial o disposto no inciso VI, do seu art. 5º; Considerando que ninguém poderá ser privado de direitos por motivo de crença religiosa e política, sendo assegurado a todos o livre exercício dos cultos religiosos, nos termos do inciso I, do art. 2º da Constituição Estadual; e Considerando, ainda, o momento de contextualização dos 100 (cem) anos do episódio conhecido como “Quebra dos Xangôs”, ocorrido em 1912, que se constituiu num violento atentado contra o direito à liberdade de culto religioso, causando profundos prejuízos à população afro-brasileira,
DECRETA:
Art. 1º Fica declarado pedido formal de PERDÃO pelo Governo de Alagoas à população afro-alagoana e à religiosidade afro-brasileira, em face das graves violações de Direitos Humanos, decorrente da violência física e psicológica, ofensa à liberdade de culto, grave intolerância religiosa, desrespeito à identidade cultural, afronta à memória e destruição do patrimônio cultural, praticados no episódio histórico denominado “Quebra dos Xangôs de 1912”.
Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
PALÁCIO REPÚBLICA DOS PALMARES, em Maceió, 1º de fevereiro de 2012, 196º da Emancipação Política, 124º da República e 100º da Quebra dos Xangôs.
Governador

Xangô Rezado Alto celebra a Memória do conhecido “Quebra de 1912”

1 de fevereiro de 2012 Deixe um comentário

Na próxima quarta, 01 de fevereiro, uma importante página poderá está sendo escrita na história de Alagoas, enquanto outra será virada. Há 100 anos um dos episódios mais tristes do estado estava em curso, com a destruição de todas as casas de matriz africana de Maceió, o que causou feridas que até hoje estão abertas e com as quais convivemos e sofremos.

Da destruição e perseguição dos seguidores e admiradores da cultura afro-brasileira, muitos se sentiram obrigados a abandonar sua cidade e mudar-se para outros estados, ajudando a desenvolver sua cultura em novos ares em estados como Pernambuco e Bahia.

Para marcar esse centenário e trazer a discussão sobre a intolerância religiosa e cultural, a Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) realiza neste ano o projeto Xangô Rezado Alto, uma referência antagônica do que ficou conhecida a prática de se celebrar seus ritos com os atabaques sendo tocados timidamente, ou simplesmente baixo, o que ficou conhecido por “xangô rezado baixo”.

A ideia surgiu de uma série de fatos e ações desenvolvidas por seguidores, populares, estudiosos e admiradores da cultura afro em Alagoas, como os professores universitários Edson Bezerra, Rachel Rocha, Clébio Araújo e do saudoso Marcial Lima, quando estava a frente da Fundação Municipal de Ação Cultural em meados dos anos 2000. Outros dois movimentos lembrando o episódio ocorreram em 2006 e 2007, sempre com a participação popular, mas ainda com pouca força.

O projeto “Xangô Rezado Alto – o centenário do Quebra” surgiu de uma inquietação da nova gestão da UNEAL, hoje representada pelo reitor Jairo Campos e do vice-reitor Clébio Araújo, que procurou à época (2010) o consultor para projetos culturais, Vinícius Palmeira, para formatação e tramitação do projeto no Ministério da Cultura, culminando, no fim de 2011, na aprovação e liberação de recursos federais oriundos do Fundo Nacional de Cultura.

Logo em seguida as Federações e Comunidades Terreiros de Alagoas foram convidadas a participar do projeto, e assim uma forte aliança entre a academia e o popular foi formada, em prol de uma das maiores manifestações culturais que o estado já viu, não para protestar ou festejar, mas para celebrar a memória, com paz, de um fato determinante para a formação histórico-cultural do alagoano neste último século. Além de uma grande rede de parceiros que aderiram ao projeto como  UFAL, Federações e Comunidades Terreiros de Alagoas, CESMAC, Secretaria de Estado da Cultura, Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, ITERAL,  IHGAL, IPHAN, Secretaria de Estado da Educação, BRASKEN, Articulação da Cultura Popular e Afroalagoana e IZP.

“Esse é um projeto fundamentado em diversas ações realizadas por  nós e tantas outras pessoas, há pelo menos 07 anos junto ao movimento negro e manifestações culturais de matriz africana em Alagoas e isso só se concretizou graças à união de todos”, explicou o vice-reito da UNEAL, Clébio Araújo.

Segundo o Reitor Jairo de Campos, “A UNEAL vive um momento de maior aproximação com a comunidade e os movimentos sociais, e esse episódio é bastante emblemático, por isso pretendemos dar mais visibilidade às manifestações de cultura negra em Alagoas e buscamos no Ministério da Cultura o apoio financeiro para isso, com uma contrapartida nossa e juntamente com outros parceiros. Desta forma, assim, podermos demonstrar o poder de reação e resistência, elevando a auto-estima do povo alagoano, num trabalho que iniciou-se em outubro de 2010 e que agora colocamos em prática”.

O projeto inicia-se nesta próxima quarta (01), mas se estenderá até o mês de maio com ações como seminário, congressos, prêmio cultural etc… pondo em discussão tudo que cerca, não só o fato do “quebra” em si, mas também os anseios e necessidades de todo um movimento sócio-religioso e cultural.

O Cortejo

No dia 01 de fevereiro acontecerá um grande cortejo reunindo babalorixás, yalorixás, ogãs, artistas, grupos, admiradores e populares que juntos sairão, vestidos de branco, às 15h da Praça D. Pedro II (Praça da Assembleia), percorrendo a Rua do Sol, fazendo duas homenagens: uma à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, que nasceu capela, e foi edificada por iniciativa dos negros em 1820; e outra homenagem ao prédio do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGAL) onde hoje está guardada a Coleção Perseverança, composta de peças que escaparam ao fogo à época e foram recolhidas pelos pesquisadores Abelardo Duarte e Théo Brandão junto à Sociedade Perseverança e Auxílio dos Empregados do Comércio de Maceió, onde ficaram guardadas durante décadas,compondo hoje o acervo do IHGAL.

Após essas homenagens o cortejo seguirá para a Praça Mal Floriano Peixoto (Praça dos Martírios) onde uma grande congregação cultural acontecerá, após a realização de um fato inédito na história do Brasil, quando o Governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho, assinará um ato onde, oficialmente, o Governo de Alagoas pedirá perdão às comunidades terreiros e ao povo alagoano pela barbárie cometida em 1912. Não se tem registro de nada parecido. Um chefe do executivo estadual pedindo perdão por um ato de extrema crueldade e intolerância religiosa. “Não há dúvidas que este será um fato que ficará para a história, pois pela primeira vez o governo estará reconhecendo a violência praticada no passado, dando-lhe um caráter oficial, e ao mesmo tempo, pedindo perdão por isso”, constata o Antropólogo e Sociólogo Edson Bezerra, estudioso do assunto e um dos incentivadores e colaboradores de todo esse movimento.

Após esse ato oficial segue uma programação cultural que se estende também ao dia seguinte, conforme a programação abaixo:

Dia 01 de fevereiro

18h – Hip hop – Guerreiros Quilombolas

19h – Afoxé Oju Omim Omorewá

20h – Wilma Araújo “70 anos de Clara Nunes”

21h- Igbonan Rocha em “Coisa de Nêgo”, com participação especial da Escola de Samba Girassol

22h- Orquestra de Tambores

23h- Vibrações

Dia 02 de fevereiro

Praça Mal. Floriano Peixoto (Praça dos Martírios)

17h- Banda afro Gifá Lomin

17:30h– Malungos do Ilê

18h- Maracatu Raiz da Tradição

18:30h- Projeto INAÊ

19h – Guerreiro Vencedor Alagoano (Mestre Juvenal)

19:30h-Afoxé Odô Iyá

20:30h- Jurandir Bozo com o show “Pros pés”, com participação dos grupos de coco de roda “Xique-xique”, do Jacintinho e “Pau-de-arara”, da Pitanguinha

21:30h- Mariene de Castro (BA)

Segundo a organização, a ideia é que essa celebração aconteça anualmente, como lembra o Diretor Geral do projeto, Vinícius Palmeira: “O que queremos é que essa data se firme no calendário de eventos de Alagoas para que possamos dar mais visibilidade ao movimento, mas também contribuir para o aumento da auto-estima do alagoano… pois o que queremos é criar a Noite do Xangô Rezado Alto”, concluiu.

Quem quiser mais informações, é só acessar o blog do projeto, que já se tornou em pouco tempo, uma ferramenta essencial de pesquisa sobre o tema: www.xangorezadoalto.blogpost.com

 


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