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Archive for maio \31\UTC 2012

Bastidores: Entrega das comendas Dandara e Zumbi dos Palmares

31 de maio de 2012 1 comentário

Confira algumas imagens da sessão solene realizada no dia 25 de maio de 2012, no Plenário da Câmara Municipal de Maceió, onde foram homenageados cinco membros do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô e a entidade nacional dos movimento negro, os Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs).

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CONVITE: Articulação do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial

28 de maio de 2012 Deixe um comentário

Às entidades que atuam na promoção da igualdade racial em Alagoas,

A saber:
Movimento negro urbano (grupos sócio-culturais e ONGs,)
Comunidades quilombolas, ciganos, indígenas e outros grupos étnicos
Comunidades de fé de matrizes africanas
Entidades sindicais

Prezados coordenadores,

Considerando o processo de fomento e articulação para criação do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial em Alagoas, proposta da sociedade civil entregue à ministra da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, quando de sua visita a Alagoas, em abril;

Considerando que os segmentos da sociedade civil representados no Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-racial, tem mantido uma agenda de discussão e encaminhamentos sobre o assunto, com a participação de conselheiros do CNPIR/SEPPIR;

Considerando ainda a comunicação abaixo, por parte da Secretaria de Estado da Mulher, Direitos Humanos e Cidadania, convidando para reunião de criação do citado Conselho, no dia 29 de maio, às 9h30, na Sala dos Conselhos do Palácio República dos Palmares, com a presença de representantes do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR/SEPPIR), entendemos ser de extrema importância a participação de representações das entidades da sociedade civil acima destacadas.

Allex Sander Porfírio – Coordenador do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-racial do Estado de Alagoas
Helcias Pereira – Conselheiro CNPIR/SEPPIR
Valdice Gomes – Conselheira CNPIR/SEPPIR

APNs se destacam em sessão afro na Câmara de Maceió

27 de maio de 2012 Deixe um comentário

Malungos dos APNs com vereadoras

Por: Helciane Angélica – Coordenadora de Comunicação e Mobilização/APNs

 

Nessa sexta-feira (25 de maio) – Dia da África ou Dia da Libertação Africana – foi ainda mais especial na capital alagoana. Aconteceu a sessão solene de outorga das comendas Dandara e Zumbi dos Palmares, na Câmara Municipal de Maceió, proposta pelas vereadoras Fátima Santiago (PP), Silvânia Barbosa (PPS) e Tereza Nelma (PSDB).

Foram homenageadas 17 personalidades que defendem as questões étnicorraciais e a entidade nacional do movimento negro, os Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs). E a entidade ainda teve cinco integrantes do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô (Mocambo Anajô) entre os homenageados, foram eles: Allex Sander Porfírio de Souza (Professor e Economista), Helciane Angélica Santos Pereira (Jornalista), Helcias Roberto Paulino Pereira (Arte-Educador), Severino Claudio de Figueiredo Leite (Professor de Educação Física e Mestre de Capoeira) e Valdice Gomes da Silva (Jornalista).

A solenidade foi marcada por discursos políticos, leitura dos currículos dos novos comendadores e comendadeiras sobre a formação pessoal e sobre os feitos sócio-cultural e políticos em prol da igualdade racial nos mais diversos setores. Também teve decoração afro de Dona Filó Decoração e Eventos; e a apresentação artística de Igbonan Rocha acompanhado pelos músicos China e Altair Roque, que interpretaram grandes clássicos da música afro.

O Coordenador Geral do APNs, Nuno Coelho, foi até Maceió receber pessoalmente a homenagem em nome de todos os malungos e malungas dos 12 Estados que a entidade encontra-se presente. Na ocasião, utilizou a tribuna para agradecer publicamente a homenagem e destacar a importância histórica do Estado de Alagoas onde se desenvolveu o Quilombo dos Palmares e a necessidade da população se apropriar mais das heranças dos guerreiros e guerreiras quilombolas e investir mais no pertencimento étnico-cultural. Também lembro que os APNs celebrará em 2013, os 30 anos de existência nas cidades alagoanas de Maceió e União dos Palmares.

No encerramento todos os APNs presentes no plenário, inclusive, os que foram prestigiar se reuniram para tirar a foto oficial do evento com as vereadoras.

Fonte: www.apnsbrasil.org

ANAJÔ: Confira os currículos dos novos comendadores e comendadeiras

24 de maio de 2012 Deixe um comentário

Na sessão solene dessa sexta-feira (25.05) às 9h na Câmara Municipal de Maceió, terão cinco integrantes do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô entre os homenageados, todos indicados pela vereadora Tereza Nelma (PSDB).

Serão contemplados: Helciane Angélica e Valdice Gomes com a comenda Dandara; e Allex Sander Porfírio, Helcias Pereira e Claudio Figueiredo receberão a comenda Zumbi dos Palmares. E a própria entidade nacional, os Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs) será homenageada pela vereadora Fátima Santiago (PP), com a comenda Zumbi dos Palmares.

Confira os currículos abaixo:

Anajô tem cinco homenageados na Câmara Municipal de Maceió

21 de maio de 2012 Deixe um comentário

 

Vereadora apresenta moção de congratulações a Coluna Axé

19 de maio de 2012 Deixe um comentário

Publicação da Cojira-AL completou quatro anos de existência no jornal Tribuna Independente

 

Na sessão ordinária dessa terça-feira (15.05.12), foi lido no plenário da Câmara Municipal de Maceió, o requerimento da Vereadora Fátima Santiago (PP) que defendia uma moção de congratulações à Coluna Axé pelos quatro anos de existência.

Essa é uma das ferramentas de trabalho da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial em Alagoas (Cojira-AL), do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas (Sindjornal), em parceria com o jornal Tribuna Independente.  “Trata-se de uma importante iniciativa que destaca a cultura e ações da população negra, que é editada pela jornalista Helciane Angélica desde 2008. Uma profissional comprometida com as questões étnicorraciais e que também tenho orgulho de tê-la incorporada na minha assessoria parlamentar”, exaltou Santiago.

A moção foi comentada pelas vereadoras Tereza Nelma (PSDB) e Heloisa Helena (Psol), que também parabenizaram o trabalho desenvolvido pela Cojira e ainda pediram para subscrever o requerimento.  O documento foi aprovado por unanimidade pelos 18 parlamentares presentes.

Confira abaixo a justificativa do requerimento protocolado:

Coluna Axé é editada pela jornalista Helciane Angélica Santos Pereira – integrante da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial em Alagoas (Cojira-AL/Sindjornal) – e é publicada semanalmente no Jornal Tribuna Independente/Cooperativa dos Jornalistas e Gráficos do Estado de Alagoas (Jorgraf).

Instalada estrategicamente no dia 13 de maio de 2008, ocupa meia página colorida no formato stand, é preenchida com editorial, notas informativas, curtas e fotos. Busca promover a consciência étnica durante todo o ano e aborda a temática afro nos mais diversos setores, como: educação, cultura, religião, política, esporte, moda, dentre outros.

O 13 de maio é uma data emblemática no Brasil devido a possível libertação das negras e negros escravizados no Período Colonial (Abolição da Escravatura). Porém, é na verdade mais um dia para ampliar as discussões e reflexões, além de celebrar o Dia Nacional de Combate ao Racismo, defendido pelo Movimento Negro.

A Coluna Axé representa um grande avanço na mídia alagoana, assim como, proporciona a divulgação das atividades sócio-culturais e políticas dos segmentos afros, além de denunciar casos de racismo e intolerância religiosa. Também contribui diretamente para a auto-estima da população afro-alagoana e quebra paradigmas quanto aos estereótipos destinados às pessoas de pele negra, muitas vezes, rotuladas como inferiores, feias ou marginais.

Pela relevância desta iniciativa, contamos com a aprovação dos Nobres Pares.

Sala das Sessões, 09 de maio de 2012.

FÁTIMA SANTIAGO

Vereadora – PP

Fonte: Ascom – Vereadora Fátima Santiago

Carta do Movimento Negro sobre a Rio + 20

18 de maio de 2012 Deixe um comentário

 CARTA DO RIO DE JANEIRO

Desenvolvimento Sustentável e Erradicação da Miséria pela ótica do Movimento Negro

 

Reunidos no seminário “Desenvolvimento Sustentável e Erradicação da Pobreza pela ótica do Movimento Negro”, preparatório para a Conferência Rio + 20, realizado nos dias 28 e 29 de abril no Rio de Janeiro, nós do Movimento Negro brasileiro declaramos que envidaremos todos os esforços necessários em defesa do povo negro, dos povos indígenas e dos povos vítimas do racismo, discriminação racial, xenofobia e diversas formas de opressão e intolerâncias.

Uma síntese dos indicadores sociais produzidos por diversas agências de pesquisas como a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Organização das Nações Unidas (ONU) dentre outras, nos permite afirmar que nos últimos 10 anos, quase 22 milhões de pessoas saíram da situação de pobreza extrema, graças aos programas sociais do governo. Hoje, no Brasil, 20% das famílias vivem de programas de transferência de renda através dos recursos públicos como aposentadorias, “bolsa família”  e assistência social.

No entanto, cabe considerar que a população brasileira extremamente pobre, ou seja, aquela que sobrevive com menos de um dólar por dia, é estimada em 16 milhões de habitantes, dos quais 9,6 milhões ou 59% estão concentrados no Nordeste. Do total de brasileiros residentes no campo, um em cada quatro se encontra em extrema pobreza (4,1 milhões de pessoas ou 25,5%). 51% têm até 19 anos de idade. 53% dos domicílios não estão ligados a rede geral de esgoto pluvial ou fossa séptica. 48% dos domicílios rurais em extrema pobreza não estão ligados a rede geral de distribuição de água e não tem poço ou nascente na propriedade. 71% são negros (pretos e pardos). 26% dos que tem 15 anos ou mais, ou seja, 4 milhões são analfabetos.

A realidade vivida pelas comunidades quilombolas no Brasil e pelas comunidades religiosas de matriz africanas e pela maioria negra, não parece ser muito diferente da época do Brasil escravocrata. É diante desse quadro, que o Movimento Negro brasileiro realizou o Seminário “Desenvolvimento Sustentável e Erradicação da Pobreza”, nos dias 28 e 29 de abril, com o objetivo de preparar a militância negra para participar da Cúpula dos Povos, na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio + 20, que será realizada em junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. 

Entendemos que o agravamento das questões ambientais tem atingido significativamente as comunidades negras, submetendo-as a um quadro de injustiça ambiental alarmante.

Em quase todos os indicadores econômicos e sociais, observamos a ampliação do abismo social entre negros e brancos com relação a emprego, renda, escolaridade, acesso à justiça, poder. O drama social acomete com maior gravidade a população negra, que habita as favelas e periferias desestruturadas, torna-se presa fácil da criminalidade, assiste seus jovens serem mortos pela violência urbana e nega oportunidades de mobilidade social. 

Cerca de 50 mil brasileiros são assassinados por ano. Contudo, essa violência se distribuiu de forma desigual: as vítimas são, sobretudo, jovens negros do sexo masculino, entre 15 e 24 anos. O Índice de Homicídio na Adolescência (IHA) evidencia que a probabilidade de ser vítima de homicídio é mais do dobro para os negros em comparação com os brancos.

 Temos assistido um silencioso massacre dos quilombolas pelas empresas construtoras de hidrelétricas, grandes proprietários de terras, latifundiários que roubaram as terras dos povos indígenas e dos quilombolas e mineradoras que  cada dia mais  avança suas minas sobre os territórios quilombolas e envenenam as terras com pilhas de rejeitos e resíduos tóxicos. O terror do racismo no espaço rural se agrava ainda mais com quilombolas sendo ameaçados de morte, comunidades sendo manipuladas para assinarem documentação de venda ou cessão de terras com o beneplácito das polícias estaduais.

O capitalismo é o grande responsável pelas crises econômica, alimentar e ambiental. O modelo de produção e consumo capitalista é incompatível com a preservação ambiental, como o uso coletivo das riquezas naturais e com a justiça social.

Os verdadeiros responsáveis pela devastação das florestas, pela poluição dos rios, mares, pela degradação dos biomas e insustentabilidade urbana em todo planeta são os países imperialistas e colonialistas, por isso afirmamos que os nossos povos não são responsáveis por tamanha espoliação dos seres humanos e da natureza. Não apoiamos o principio da responsabilidade comum, pois cabe aos países ricos o principal ônus da preservação. São nos países pobres e em desenvolvimento que encontramos a maioria dos povos vítimas da degradação ambiental, vítimas do racismo ambiental.

O Movimento Negro brasileiro compreende os quilombos como verdadeiros territórios de resguardo da biodiversidade, como verdadeiras escolas de diversidade cultural. No diálogo do Movimento Negro com povos e comunidades tradicionais de matriz africana, fica cada vez mais fortalecida de a idéia de que nós não somos responsáveis pela crise ecológica, pela pré-agonia dos nossos ecossistemas como a Amazônia e o Cerrado ou que restou da nossa Mata Atlântica.

Muito pelo contrário, o nosso ponto de partida é a cosmovisão de mundo negro-africana que tanto para as comunidades quilombolas quanto para os povos e comunidades tradicionais de matriz africana, a terra é concebida  como território de reprodução cultural vivo, e portanto sagrado, ao contrario  da lógica dos  tecnocratas  eurocêntricos , que vê a natureza apenas como fator de produção e lucro, matéria prima morta e os seres humanos como mercadoria e objetos de descarte.

É com a perspectiva de perceber a biodiversidade como um direito que o Movimento o Negro buscará ampliar o debate no campo da ecologia política e dos direitos étnico raciais, onde diversas temáticas como o desenvolvimento sustentável, racismo ambiental, justiça e ética ambiental se interpenetram.  

No centro das nossas reflexões impõe-se a critica a denominada “economia verde”, cujo eixo principal tem sido a mercantilização da natureza por parte do Capital. A adoção de políticas como: sequestro de carbono, privatizações das águas, do subsolo, fazem parte das estratégias de venda de bem público, que são os elementos da natureza, como “serviços” que são passíveis de privatização.

Consideramos que a “economia verde” é uma falsa saída para a crise ambiental e ecológica, porque os países ricos para não abrirem mão de sua qualidade de vida e consumo propõe implicitamente um desenvolvimento sustentável aos pobres, que na prática transforma o principio ecológico da sustentabilidade em merchandising, e transforma os recursos da natureza e os direitos dos povos em mercadorias, e assim mantém a desigualdade na posse e uso das riquezas naturais.

O Movimento Negro não concorda com isso. Lembremo-nos da África do Sul nos tempos do Apartheid onde a água era dos brancos e não um bem público.  Portanto, vamos intensificar o diálogo com a nossa população para a importância da Cúpula dos Povos na Rio + 20 e a articulação com os povos indígenas e os movimentos sociais, buscando a construção de pontes e pontos de convergência. 

Exigimos que o Estado brasileiro utilize sua influência política na Conferência Rio + 20 em defesa dos povos e nações pobres e em desenvolvimento, que defenda sua população vítima da ganância da elite capitalista brasileira e dos conflitos ambientais, destacadamente, as comunidades quilombolas, as comunidades religiosas de matriz africana, as comunidades tradicionais e das periferias dos grandes centros urbanos.

Enquanto militantes e cidadãos, não podemos, e não vamos permitir que o racismo nos submeta a violência simbólica e física, e que inclusive destrua o nosso legado ancestral e espiritual africano. Esse legado é libertário, ecológico e sagrado. A nossa emancipação é a tomada da consciência negra, dos nossos direitos enquanto sujeitos de nossa história, cuidadores do planeta Terra.

Rio de Janeiro, 29 de abril de 2012.

MNU – Movimento Negro Unificado

CONEN – Coordenação Nacional de Entidades Negras

CENARAB – Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira

AMNB – Articulação de Mulheres Negras Brasileiras

FÓRUM NACIONAL DE MULHERES NEGRAS

CEAP – Centro de Articulação de Populações marginalizadas – RJ 

ENEGRECER – Coletivo Nacional de Juventude Negra

UNEGRO – União de Negros pela Igualdade.

CONAQ- Coordenação Nacional de Quilombos

CNAB – Congresso Nacional Afro-Brasileiro

CIRCULO PALMARINO 

REDE AMAZÔNIA NEGRA

ANCEABRA – Associação Nacional de Empresários Afro Brasileiros

CONAMI – Conselho Nacional de Mulheres Indígenas

APNs – Agentes de Pastoral Negros do Brasil

COMISSÃO NACIONAL DE JORNALISTAS PELA IGUALDADE RACIAL (CONAJIRA/FENAJ)

SOWETO – Organização Negra – SP

SECRETARIA NACIONAL DE COMBATE AO RACISMO DA CUT

INTECAB – Instituto da Tradição e Cultura Afro-Brasileira

MONER

OFARERE MOVIMENTO AFRORELIGIOSO

Omokorins do Ilê de Oxaguian – MG

IPAC – Incubadora Afro Brasileira – RJ 

AFRO BRASIL

CEDINE – Conselho Estadual de Direitos do Negro – RJ

INSTITUTO DO NEGRO PADRE BATISTA

ASCEB

MAMATERRA

BAZAFRO

CRIAR

REDE ALIMENTAÇÃO ECOSOL – BAHIA

CONAM NACÃO BLACK

GAICUNE – RJ

TJ NEGRO

COJIRA – RIO

NEGRA SIM

FENAFAL

ASHOGUN

NUCLEO DE COMUNIDADES NEGRAS DE OSACO

CEN – COLETIVO DE ENTIDADES NEGRAS

IGERE – MG

DANDARA MULHERES DO CERRADO

 SINTERGIA – RJ