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Archive for the ‘Anajô’ Category

Cepec abre Núcleo Educafro Online Helcias Pereira

5 de agosto de 2020 Deixe um comentário

Helcias Pereira2O Centro de Educação Popular e Cidadania Zumbi dos Palmares – CEPEC, em parceria com a ONG EDUCAFRO, coordenada pelo Frei Davi, com sede em São Paulo, está em processo de consolidação de um Núcleo Educafro Online, em Maceió, cuja finalidade é preparar pessoas negras e brancas pobres a entrarem na universidade pública por
meio do ENEM.

Segundo o coordenador-executivo do Cepec, Valdenício Santos (pastor Vando), o Núcleo terá o nome de Helcias Pereira (Foto), “pela sua trajetória de luta junto ao movimento negro em Alagoas, no Brasil e no Mundo”. Helcias Roberto Paulino Pereira milita no movimento negro desde a década de 80. É membro fundador do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, e integrante dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs), onde já foi coordenador nacional, e também representou os APNs no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR).

Interessados em fazer o curso devem realizar o cadastro no site  educafro.org.br, que automaticamente terão seus dados repassados para o núcleo de Maceió e estarão aptos para assistirem as aulas ao vivo ou gravadas, preparatórias para o ENEM e outros vestibulares por meio da plataforma Descomplica.

 

Crédito da Foto: Arquivo Pessoal

Fonte: Coluna Axé editada pela jornalista Valdice Gomes – 04/08/2020 – Jornal Tribuna Independente

25 de julho – Dia de Luta

25 de julho de 2020 Deixe um comentário
No dia 25 de julho celebra-se o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, e também, o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra (símbolo de resistência e importantíssima liderança na luta contra a escravização).
A data busca denunciar as opressões e debater soluções na luta contra o racismo e o sexismo. Toda mulher negra combate diariamente o estigma do preconceito, enfrenta a desvalorização e as várias formas de exploração.
Luta-se pela liberdade de ser o que querem ser; de ser reconhecida na profissão escolhida; usar as tranças, turbantes e seus acessórios em qualquer lugar; na criação dos filhos em segurança; de terem atendimento médico digno; e de simplesmente serem amadas.
O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô parabeniza todas as guerreiras negras que lutam por respeito e o bem viver!
………………………………..
Nossas malungas (companheiras de luta) do Anajô:
Dandara Dantas – Gastróloga e graduanda em Psicologia
Êlane Valeriano – Dançarina, modelo e empreendedora individual
Evilânia Santos – Psicóloga
Helciane Pereira – Jornalista e assessora de imprensa
Jéssyca Guimarães – Estudante e feminista
Luila de Paula – Jornalista e educadora popular
Madalena Silva – Auxiliar administrativo, sindicalista e formada em Recursos humanos
Valdice Gomes – Jornalista e sindicalista

CONVOCATÓRIA: Assembleia Ordinária Eletiva

25 de abril de 2020 Deixe um comentário

logo-anajô

 

CONVOCATÓRIA

 

Maceió-AL, 25 de abril de 2020.

A presidente do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, no uso de suas atribuições, convoca todos os/as integrantes associados/as para participarem da ASSEMBLEIA  ORDINÁRIA ELETIVA no dia 05 de maio (terça-feira) do corrente ano, a partir das 16 horas.

O objetivo é aprovar o regimento interno da instituição, e ainda, eleger a Coordenação Executiva e o Conselho Fiscal conforme orientações aprovadas no novo Estatuto Social. A gestão terá duração de três anos (2020-2023) sendo constituída por um coordenador geral, um coordenador adjunto e o coordenador financeiro-administrativo; já o conselho fiscal será composto por três membros.

A atividade acontecerá por meio de videoconferência no aplicativo DUO, diante da pandemia do Covid-19 (Coronavírus) e a necessidade de manter o isolamento social para conter o contágio, e ainda, devido a impossibilidade da realização de reuniões presenciais.

LUILA DE PAULA E LIMA
Presidenta

Pelo terceiro ano Noite Afro encerra programação de carnaval em Maceió

19 de fevereiro de 2020 Deixe um comentário

Para celebrar o carnaval com muita alegria o Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô em parceria com a Dagô Produções realizará a “Noite Afro”, na terça-feira de Carnaval, dia 25 de fevereiro, às 19h30, no Polo Praia – entre a Pajuçara e Ponta Verde. Será uma grande festa, encerrando os festejos, com apresentação dos grupos: Afro Afoxé, Afro Mandela e Samba de Roda K´Posú Betá. No palco, a folia será conduzida pelo show do grupo “Mulheres na Roda de Samba. Durante o evento, acontecerá a Feira Afroempreendedora com muita moda e acessórios afros, empoderando ainda mais esta noite.

O evento faz parte da programação de Carnaval realizada pela Prefeitura de Maceió, através da Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC), que contemplou os grupos por edital. O Anajô, pelo terceiro ano foi contemplado, sendo o responsável por
esta celebração.

Carnaval é alegria, é folia, é festa cultural. E neste encontro popular, você é nosso convidado!

ENTRADA FRANCA!

Serviço:
Carnaval 2020 Polo – Praia com Noite Afro
Dia: 25/02/2020 – terça-feira
Concentração dos blocos: Praia de Pajuçara (em frente ao Lopana)
Inicio: 19h30

Programação:
* Banda Afro Afoxé.
* Banda Afro Mandela;
* Samba de Roda K´Posú Beta
* Mulheres na Roda de Samba
* Feira Afroempreendedora

 

Comunicação: (82) 99616-1053 – Luíla de Paula / E-mail: ascom.anajo@gmail.com

CONVOCATÓRIA

8 de novembro de 2019 Deixe um comentário

Maceió-AL, 08 de novembro de 2019.

 

CONVOCATÓRIA

 

A presidente do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô – entidade associada aos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNS) – no uso de suas atribuições, convoca todos os membros associados para participarem da ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA, com o objetivo de oficializar o novo endereço institucional da entidade, assim como, discutir e aprovar alterações no Estatuto Social da entidade, para adequá-lo ao que rege a Lei 13.019/2014. A atividade acontecerá no dia 23 de novembro de 2019 (sábado) a partir das 9h, na SEDE situada na Travessa Dr. José Joaquim de Araújo, 248, Jacintinho, Maceió/AL.

 

Luila de Paula e Lima

Presidenta

 

Saiu na mídia: Noite Afro no carnaval de Maceió

5 de março de 2019 Deixe um comentário
A presidente do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, Luila de Paula, concedeu entrevista nessa terça-feira (05.03) para a TV Gazeta. A pauta em destaque foi a NOITE AFRO de carnaval na orla de Maceió.
Pelo segundo ano consecutivo, o Anajô encontra-se na organização do evento e foi contemplado por edital idealizado pela Fundação Municipal de Ação Cultural (Fmac)/Prefeitura de Maceió.
A programação é composta pela feira afroempreendedora, os blocos culturais Afro Afoxé e Afro Mandela; a apresentação do Maracatu Baque Alagoano e o no palco principal terá show com Mulheres na Roda de Samba.

Noite Afro na 3ª feira de Carnaval em Maceió

28 de fevereiro de 2019 Deixe um comentário

É Carnaval! E a raça negra tem muito a contribuir com a maior festa popular do País, destacando toda a beleza da cultura afro alagoana.

Para celebrar com muita alegria o Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô realizará a “Noite Afro”, na terça-feira de Carnaval, dia 05 de março, às 19h, na Praia da Pajuçara, em Maceió. Será uma grande festa, encerrando os festejos, com apresentação dos blocos: Afro Afoxé, Maracatu Baque Alagoano e Afro Mandela. No palco, a folia será conduzida pelo show do grupo “Mulheres na Roda de Samba”, empoderando ainda mais este momento.

Durante o evento, acontecerá a Feira Afroempreendedoras com Olegário Turbantes, Camilete Arte em Linhas, Expressão de Estilo Biju e Tereza Cristina Artes. A “Noite Afro” faz parte da programação de Carnaval realizada pela Prefeitura de Maceió, através da Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC).

Este é o segundo ano, que o Anajô foi contemplado por edital, para realizar a “Noite Afro”, no Polo Praia – um dos oito polos descentralizados em bairros da Capital, selecionados por meio de chamadas públicas.

ENTRADA FRANCA!

 

Serviço:

Carnaval 2019 – Polo Praia com Noite Afro

Dia: 05/03/18 – terça-feira, às 19h

Local: Praia da Pajuçara (em frente ao Lopana) –  Av. Silvio Carlos Viana

Concentração dos Blocos: Bar do Pirata

Programação:

¨    Banda Afro Mandela;

¨    Banda Afro Afoxé.

¨    Maracatu Baque Alagoano

¨    Grupo Mulheres na Roda de Samba

¨    Feira Afroempreendedoras

Comunicação: (82) 99614-1658 – Salete Bernardo

E-mail: ascom.anajo@gmail.com

ANGOLA JANGA, ANCESTRALIDADES E HONRAS

7 de fevereiro de 2019 Deixe um comentário

Helcias Roberto Paulino Pereira
Membro do Centro de Cultura e Estudos Étnicos ANAJÔ
Militante do Movimento Negro desde 1988

 

Poderia ser apenas um ato ou sentimento nostálgico de identificar a nova terra como “Pequena Angola”, ou simplesmente a sensação literal de “voltar pra terrinha”, ou ainda, remeter tudo isso ao passado na forma indubitável e singular de ser, de se organizar, resistir, lutar e viver. Angola Janga passou a ser de maneira imensurável uma utopia vital para se galgar uma longínqua experiência rumo ao inimaginável apogeu da liberdade.

A princípio tornaram-se imprescindíveis os rompimentos dos grilhões, tantos físicos, quanto psicológicos. Era preciso insurgir-se contra os opressores para terem de volta o mínimo necessário de dignidade humana, aliás, nem assim eram considerados (as) visto suas condições miseráveis de homens e mulheres escravizados (as), tratados (as) abruptamente como animais de carga, moedas de barganha, objetos de escambos, etc. etc. Lutar era mais que preciso!

Depois de aproximadamente trinta e três anos de resistência (1597-1630) e busca incansável por resiliência, o Quilombo dos Palmares finalmente mostrava-se aos governantes de Pernambuco que sua existência estava sem sombra de dúvidas sedimentada na Zona da Mata, cujos malungos desta feita aquilombados e livres, poderiam deleitar-se em Xirês (rodas e danças invocando Orixás, N´kises e Vodus) e Quizombas (grandes festas) por ser essa, uma expressão cultural eminentemente africana, considerando sua complexidade continental.

E assim, entre tempos de paz e alguns de guerra, Palmares que se tornou República livre, mesmo que edificada em montes íngremes repletos de “cafuas” e pequenos Mukambus, e se fortificou a cada dia ampliando sua população e se fazendo valer como um Estado independente dentro do Estado de Pernambuco.

Durante algumas décadas, seus habitantes passaram de três mil em média para mais de vinte mil, constituídos por agricultores, ferreiros, lenhadores, caçadores, conselheiros, guerreiros, e outros, cuja participação feminina apesar de em menor quantidade se fez forte e certamente com indiscutível equanimidade. As pindobas ou pindoramas assim chamadas pelos indígenas (grande quantidade de palmeiras) foram determinantes quanto a origem do nome do quilombo, mas foi a Serra do outeiro que se chamou Macacos, hoje SERRA DA BARRIGA a capital inconteste do grande Quilombo (Mukambu) dos Palmares, cuja extensão geográfica se expandiu para um raio superior a duzentos quilômetros quadrados em toda Zona da Mata, hoje, entre Pernambuco e Alagoas. Palmares, o grande Quilombo conseguiu manter-se organizado por um século quando sofreu sua grande derrocada na madruga do dia seis de fevereiro de 1694, entretanto, mesmo com o tombo fatal do seu último Comandante-em-chefe ZUMBI em vinte de novembro de 1695, ainda assim em meados de 1704, em pleno século XVIII Camuanga, Banga e Souza tentavam corajosamente fazer resistir a Saga de Palmares.

Subir o SOLO PALMARINO em vigília na madrugada do seis de fevereiro, tem sido uma forma singular do Movimento Negro Contemporâneo em todas as suas faces organizativas e representativas, enquanto momento de honras e homenagens aos ancestrais que sonharam, vivenciaram, resistiram e lutaram até o ultimo momento de suas vidas, pela verdadeira liberdade, aquela que se entranhou no solo tornando-o sagrado ao ser fecundado com todo sangue derramado dos guerreiros e guerreiras ali tombados.

Ancestralmente, não é motivo de choro nem lamento por causa da derrocada inaceitável, é de fato uma oportunidade impar de se refletir, entender e saudar todos os guerreiros e guerreiras ali martirizados e materializados no chão das entranhas da barriga da Serra, a qual se constitui hoje numa forma de Muxima, pulsando em cada um de nós que naturalmente nos deixamos enveredar pelas mesmas utopias do passado, na certeza que nossa liberdade está dentro de nossas mentes e corações. Sejamos guerreiros na luta e fortaleçamos a coletividade.

Viva Aqualtune dos Palmares e todos os Gangas, Viva Zumbi, Dandara e Andalaquituche.  Saravá N´Zambi!

 

Lançamento da Programação Oficial do Projeto Vamos Subir a Serra 2018.

11 de outubro de 2018 Deixe um comentário

Na manhã desta quinta-feira (11.10.18) foi apresentada, no Centro Cultural Art Pajuçara, a programação oficial do Vamos Subir a Serra 2018.

O projeto é de iniciativa do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô – entidade vinculada aos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs). Possui recursos do governo federal, por meio de emenda parlamentar do Deputado Federal JHC à Fundação Cultural Palmares (FCP) e parceria da Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC), Núcleo Zero e gestão de Simone Benchimol, entre outras instituições que agregam valores ao projeto dando visibilidade as ações da população afro-brasileira.

Durante os dias 14 a 18 de novembro de 2018, no Espaço Cultural Zumbi dos Palmares (tenda instalada na Praça Multieventos) na orla da Pajuçara em Maceió, acontecerão atividades simultâneas entre estas: palestras, debates, seminários, feira do empreendedor negro e apresentações culturais, envolvendo personalidades alagoanas e de fora do estado.

#VamosSubirASerra2018 #Anajô #APNs #MovimentoNegro#Empoderamento #Pertencimento #ProjetoSocial #Cultura#Maceió #Alagoas

 

Categorias:Anajô, APN's, Eventos

TAMBOR FALANTE – SBPC AFRO E INDÍGENA

16 de julho de 2018 Deixe um comentário

O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô participará da SBPC AFRO E INDÍGENA, com o projeto Tambor Falante: Feminismos Negros.

O tema reforça a importância de estarmos no período comemorativo pelo “Dia Internacional da Mulher Negra Latina e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela” – celebrado em 25 de julho -, fazendo referência às identidades das mulheres negras, seus laços e suas lutas no dia a dia, onde são levadas a desconstruir a invisibilidade imposta pela sociedade.

O Tambor Falante tem o formato de um debate reflexivo. Sendo facilitadoras as professoras e feministas: Cida Batista (Ufal), Regina Lopes (ISER) e Marluce Remigio (Sinteal).

O evento acontecerá dia 23 de julho de 2018, das 13h30 às 15h30, no Campus A.C. Simões da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Maceió.Aberto ao público! Inscrições: https://doity.com.br/sbpc-afro-e-indgena

Contatos: (82) 99616-1053 / 98894-5962 / onganajo@hotmail.com