Projetos

O Anajô busca promover estudos sobre a história do Quilombo dos Palmares, valorização do pertencimento étnico e a conjuntura sociopolítica da população afrobrasileira. As principais ações desenvolvidas são:

“Cine-fóruns”: consiste na exibição de documentários e filmes que abordem a temática negra, seguido por debate com alunos e educadores, em instituições de ensino. Contribui para a implementação e fortalecimento da Lei 10.639/03 – que obriga a implementação da História e Cultura Afro-brasileira no currículo escolar de todas às instituições de ensino.

“Tambor FalanteCiclo de Debates”: é realizado em parceria com a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial em Alagoas (Cojira-AL) e a Pastoral da Negritude da Igreja Batista do Pinheiro que proporciona encontros periódicos entre lideranças dos segmentos afros, educadores e formadores de opinião para discutir temas diversos referentes ao povo afro-brasileiro, já foram discutidos a importância da Lei 10.639/03; questões raciais e de gênero; intolerância religiosa; Censo 2010 – Assuma a sua negritude.

“Pérola Negra Brasileira: História, importância e lutas do povo negro. Conheça e se orgulhe!”: investe na identidade étnica e na divulgação da Lei 10.639/03, tem como principal objetivo intensificar o número de atividades de recorte étnicorracial (palestras, debates, exposições, gincanas culturais) e a implantação de núcleo de diversidade nas instituições com os educadores – o projeto-piloto foi realizado na Escola Estadual Alberto Torres no bairro do Bebedouro em Maceió-AL, e contou com a coordenação do professor de matemática Allex Sander Porfírio, que também é integrante do Anajô.

* “Palmares in loco: desenvolvido desde 2007, busca executar visitas à Serra da Barriga em União dos Palmares, de cunho étnico-ecológico, onde são realizadas explanações históricas sobre o Quilombo dos Palmares e seus guerreiros; apresenta os espaços temáticos do Parque Memorial Quilombo dos Palmares – primeiro complexo arquitetônico de inspiração africana das Américas; também são realizadas dinâmicas interativas e de relaxamento que contribuem para o entrosamento dos participantes; além de trilhas especiais supervisionadas pelos guardas florestais, e que proporcionam um contato mais intenso com os elementos da natureza. Já participaram das etapas: estudantes de escolas públicas, ativistas, pesquisadores, jornalistas, grupo de capoeira, religiosos de matrizes africanas – pessoas oriundas do Estado de Alagoas, Pernambuco, São Paulo, Goiás e até do exterior (Portugal, Cabo Verde, Guiné Bissau e Inglaterra).

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