Projetos

As principais ações e projetos desenvolvidos pelo Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô são: 

 

  • XIRÊ DE MALUNGOS: Trata-se dos encontros especiais com momentos de integração e formação entre os membros do ANAJÔ e convidados. A prática é comumente executada pelo mocambos (grupos de base) dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs) em 13 estados brasileiros e o Distrito Federal.

 

  • CINE FÓRUM: foi iniciado em 2007 e consiste na exibição de documentários e curtas que abordem a temática afro, em seguida possui debate direcionado especialmente para educadores e estudantes. Contribui para a implementação e fortalecimento da Lei 10.639/03 – que obriga a implementação da História e Cultura Afro-brasileira no currículo escolar de todas às instituições de ensino.

 

  • TAMBOR FALANTECiclo de Debates: desenvolvido pelo ANAJÔ desde 2007 proporciona encontros periódicos entre lideranças dos segmentos afros, educadores e formadores de opinião para discutir temas diversos referentes ao povo afro-brasileiro, já foram discutidos a importância da Lei 10.639/03; questões raciais e de gênero; intolerância religiosa; Censo 2010 – Assuma a sua negritude. A atividade já teve edições realizadas em parceria com a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial em Alagoas (Cojira-AL) e a Pastoral da Negritude da Igreja Batista do Pinheiro. O projeto também recebeu a denominação “TAMBOR FALANTE: Refletindo, Debatendo e Transformando Realidades” para concorrer ao edital do Prêmio Eris Maximiniano 2015 organizado pela Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC)/Prefeitura de Maceió – e foi um dos selecionados na categoria cultura afro brasileira. 

 

  • PALMARES IN LOCO: O projeto é coordenado por Helcias Pereira. Criado pelo ANAJÔ em 2007, busca executar visitas à Serra da Barriga em União dos Palmares, de cunho étnico-ecológico, onde são realizadas explanações históricas sobre o Quilombo dos Palmares e seus guerreiros; apresentação dos espaços temáticos do Parque Memorial Quilombo dos Palmares – primeiro complexo arquitetônico de inspiração africana das Américas; também são realizadas dinâmicas interativas e de relaxamento que contribuem para o entrosamento dos participantes; além de trilhas especiais supervisionadas pelos guardas florestais, e que proporcionam um contato mais intenso com os elementos da natureza. Já participaram das etapas: estudantes de escolas públicas, ativistas, pesquisadores, jornalistas, grupo de capoeira, religiosos de matrizes africanas – pessoas oriundas do Estado de Alagoas, Pernambuco, São Paulo, Goiás e até do exterior (Portugal, Cabo Verde, Guiné Bissau e Inglaterra).

 

  • NOITE AFRO: Evento realizado pelo ANAJÔ em parceria com a Dagô Produções, com o patrocínio da Prefeitura de Maceió, por meio da Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC). Busca dar visibilidade às manifestações afroculturais durante a programação carnavalesca da capital alagoana. Ao todo, já foram promovidas três edições, nos anos: 2018, 2019 e 2020.

 

  • VAMOS SUBIR A SERRA: O projeto é coordenado por Valdice Gomes. Já foram promovidas três edições: 2017, 2018 e 2019. Promovido pelo ANAJÔ em parceria com a RP Eventos e Núcleo Zero sempre no mês da Consciência Negra com uma ampla programação sociocultural dividida entre a orla da Pajuçara (Maceió) e na Serra da Barriga (União dos Palmares). Tem como lema: “VAMOS SUBIR A SERRA por dignidade, respeito e reconhecimento do povo negro!“. O evento congrega vários parceiros e patrocinadores (instituições públicas e privadas), distribuídos nas mais diversas ações, como: seminário; exposições; homenagens; desfile afro; feira com empreendedores afros e quilombolas; feira gastronômica; espaço erê; encontro de saberes; projeção mapeada; e diversas apresentações culturais. A quarta edição encontra-se em processo de discussão e captação de recursos.

 

  • GINGA  CAPOEIRA: O projeto é coordenado por Claudio Figueiredo (Mestre Claudio dos Palmares). Convênio firmado em 2019 com a Prefeitura Municipal de Maceió, e envolve a Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC) e a Secretaria Municipal de Educação (Semed). Com recursos oriundos de emendas parlamentares, o Anajô articulou oito mestres de capoeira e oito monitores para contribuírem na implementação da capoeira em escolas da rede municipal de ensino (Lei 10.639/03 – que obriga a implementação da História e Cultura Afro-brasileira no currículo escolar) e na valorização da prática da capoeira que é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade (título reconhecido em 2014 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – Unesco). Foram realizadas oficinas de capoeira para aproximadamente 400 crianças e adolescentes, que contribuíram no combate da evasão escolar, fomento da cultura, e ainda, para a autoestima e transformação sociocultural.
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