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Posts Tagged ‘Assembleia nacional’

Registro fotográfico: 16ª Assembleia Nacional dos APNs

17 de setembro de 2015 Deixe um comentário

A 16ª Assembleia Nacional dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs) foi realizada entre os dias 05 a 07 de setembro na cidade de Nova Iguaçu (RJ). O Estado de Alagoas, foi representado por dois integrantes do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô: Allex Sander Porfírio e Helcias Pereira. Eles, além de participarem efetivamente das discussões, também, foram eleitos para assumir funções na nova coordenação nacional gestão 2015-2018.

 

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Bastidores: 15ª Assembleia Geral dos APNs

2 de maio de 2012 Deixe um comentário

Confira algumas imagens das atividades realizadas no período de 27 a 30 de abril de 2012, em Vitória (ES). Do Estado de Alagoas, estavam presentes quatro membros do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô.

A delegação alagoana teve uma forte atuação, com intervenções e ainda ajudou em várias atividades: Allex Sander Porfírio defendeu o projeto de inclusão das discussões GLBT na Comissão Permanente de Relação de Gênero; Helcias Pereira contribuiu como palestrante em uma das mesas do Seminário sobre os 30 anos e atividades na mística; Valdice Gomes foi uma das integrantes da Comissão Eleitoral; Helciane Angélica, tirou fotos e ajudou na atualização das redes sociais dos APNs.

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15ª Assembleia Geral dos APNs acontece no Espírito Santo

27 de abril de 2012 1 comentário

Os Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs) terão uma ampla programação sócio-política e cultural, no período de 28 a 30 de abril em Vitória (ES).

Na sexta-feira (27), às 19h30 terá o Lançamento dos 30 Anos dos APNs na Assembleia Legislativa do Espírito Santo. No dia 28, das 8h30 às 17h, o seminário “Razões, Desafios e Expectativas para os 30 anos dos APNs”; nos dias 29 a 30, a 15ª Assembleia Geral da entidade nacional do Movimento Negro presente em 12 estados e no Distrito Federal, onde será aprofundada a discussão sobre: “Negritude e a questão da terra” e “Juventude: questões transversais que levam ao extermínio”; e ainda elegerá a nova Coordenação Nacional (Gestão 2012-2015).

O Estado de Alagoas também estará presente! No dia 24 de março, ocorreu a Assembleia Estadual dos APNs-Alagoas e foram eleitos os representantes da Delegação Alagoana: Helcias Pereira (delegado nato por ser da Direção Nacional), Allex Sander Porfírio, Helciane Angélica, Valdice Gomes, Maria Madalena da Silva, Heloisa Lima (suplente) – todos membros do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô; além de uma vaga para o Mocambo Esperança e Judivan Lopes (observador).

Dentre as propostas aprovadas em Alagoas, a serem apresentadas na Assembleia, estão:

1. Defender a criação das Comissões Especiais de Inquérito (CEIs) a serem estimuladas nas Câmaras de Vereadores nos municípios brasileiros, para avaliar o mapa da violência e o extermínio na juventude negra;

2. Participar do Movimento Nacional de mobilização com as famílias que tiveram filhos vitimados pela violência; (Trabalhar os dados atuais sobre o extermínio da Juventude Negra).

3. Incluir a discussão sobre o tema: FEMICÍDIO na Comissão Nacional da Relação de Gênero;

4. Ampliar o debate sobre as questões GLBT na Comissão Nacional da Relação de Gênero;

5. Discutir e cobrar políticas de inserção e acessão da juventude negra na educação, perpassando a questão cultural para a formação sócio-econômica, inclusive, nas comunidades tradicionais indígenas e quilombolas;

6. Discutir políticas e programas de acesso e permanência à terra e reconhecimento e titulações junto as CRQs;

15ª Assembléia já tem pauta definida

31 de janeiro de 2012 Deixe um comentário

A 15ª Assembléia Nacional dos APNs, acontece em Vitória (ES) de 28 a 30 de abril de 2012. Nesta assembléia serão apresentados dois temas de estudo e reflexão política, tema central do encontro. Além disso, serão eleitos os novos membros da Coordenação Nacional bem como os membros das demais comissões dos APNs.

A Direção Nacional reunida em sua 8ª reunião ordinária encerrada hoje, 28, em Minas Gerais, definiu os pontos de pauta da assembléia que pretende reunir em torno 60 pessoas, além de convidados.

Após longo debate e reflexão sobre a conjuntura política atual, foi definido como temas centrais de discussão na próxima assembléia nacional a Negritude e a Questão da Terra e o Extermínio da Juventude Negra.

A representante do estado do Espírito Santo na direção nacional, Márcia Rangel afirmou que já “esta sendo preparada toda a estrutura logística para receber os delegados na capital capixaba.”

Em 2012 os APNs passam a ser regido por um novo Estatuto Social reformulado e aprovado em Assembléia realizada em São Luiz (MA).

Nos próximos dias a Secretaria Geral encaminhará a convocação com a pauta e a programação da Assembléia de 2012 para os associados.

 

Fonte: http://www.apnsbrasil.org

Bastidores: Delegação alagoana na 14ª Assembleia dos APNs

30 de abril de 2011 Deixe um comentário

Assembleia Nacional dos APNs

Delegação alagoana: Helcias, Helciane, Valdice e Jorge (observador)

Malungo Helcias na reunião da Coordenação Nacional

Mística de Abertura

Cânticos afros entoam a alegria de ser APNs

Helcias Pereira - Coordenador Nacional de Formação/APNs

APNs inicia a 14ª Assembleia Nacional no Maranhão

22 de abril de 2011 Deixe um comentário

Representantes dos Estados de AL, ES, MG, PI, PR, RJ, RS, SP e TO debaterão e defenderão as mudanças do Estatuto e Regimento dos APNs 

Por: Helciane Angélica – Jornalista/APN-AL   

Nesta quinta-feira, 21 de abril, foi oficialmente aberta a 14ª Assembleia Nacional dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs) no Espaço Oásis – Centro de Oração, Encontros e Cursos localizado na ilha de São Luiz, no estado nordestino do Maranhão. Tem como objetivo central a construção de um novo regimento interno e a revisão do Estatuto Social, da entidade nacional que possui 28 anos de trajetória no país.

As atividades foram iniciadas com uma mística especial conduzida pelo Mocambo do Estado anfitrião e o pronunciamento do Coordenador Geral Nuno Coelho. Logo após, foram lidas mensagens de congratulações da Ministra Luiza Bairros da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), da Ministra Iriny Lopes, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres; o Ministro de Estado Gilberto Carvalho, Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República; e Eloi Araújo, Presidente da Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura.

Conheço os APNs, que são firmes com a missão de construção de um Brasil mais justo, fraterno e com igualdade entre negros e não-negros”, mencionou Eloi Araújo, ex-Ministro da Seppir e atual Presidente da FCP, durante sua carta de apoio e parabenização pelo evento.

Ao som dos atabaques, agogô e xequerê, em todos os intervalos, os militantes cantam, dançam e exaltam a conscientização, organização, fé e luta dos APNs.

Representação

Participam da Assembleia: delegados, observadores e convidados das mais diversas manifestações culturas, de todas as idades e crenças religiosas, na sua maioria mulheres. Estão presentes representantes dos estados do Alagoas, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins. Infelizmente, tivemos a ausência dos estados da Bahia e Goiás.

O primeiro dia da Assembleia foi marcado por formação e o debate sobre “Ser negro e ser APNs no Brasil”. O Coordenador Nacional de Formação, Helcias Pereira, ministrou a palestra “Pertencimento e Resistência Negra” que traz a reflexão referente aos estereótipos sobre o povo negro, a ancestralidade e os conhecimentos desenvolvidos no continente africano, a importância da Imprensa Negra, efeitos do racismo, identidade, consciência negra, militância e ser APN.

Debate

Na plenária, o debate sobre empoderamento negro nos mais diversos setores foi fortalecido. Em relação ao pertencimento étnico, o Prof. Msc. João Carlos Pio (APN/MG) destacou que palavra pertencer é bastante discutida no campo da Sociologia, a exemplo do teórico Max Weber, e significa “fazer parte de uma comunidade política que faz sentido”.

Já a pedagoga Jacinta Maria dos Santos (APN/MA) refletiu sobre a importância da consciência étnica e a responsabilidade dos militantes. “O que é consciência negra, o que é eu assumir a minha negritude e ser de um povo de luta? Tem muita gente que se fantasia de negro, mas na prática possui uma atitude diferente, não tem o mesmo posicionamento. Tem muito militante que utiliza a causa para proveito próprio, enquanto, a comunidade continua sofrendo e passando dificuldades. E isso é ser militante?”, questionou.

A educadora Darci da Penha (APN/RJ) pediu a palavra para relembrar sobre a aplicabilidade da Lei 10.639/03 e cobrar maior engajamento. “Eu não quero trabalhar a questão do negro apenas no dia 20 de novembro, e só aí, mostrar a roda de capoeira, falar da feijoada e de outras coisas. Eu gostaria que nós [APNs em Assembleia] saíssemos daqui com a missão de sermos fiscalizadores da Lei em nossos Estados”, defendeu.

A jornalista Valdice Gomes (APN/AL) aproveitou para destacar que a luta da imprensa negra é antiga e teve um hiato durante o período da ditadura, mas atualmente, existe um movimento nacional de jornalistas sindicalizados discutindo a visibilidade étnica no Brasil e o profissional negro. “A comunicação é um espaço de poder, e não é a toa que a grande mídia não dê espaço para temática étnico-racial, mas precisamos intervir e participar da discussão da democratização da comunicação no Brasil”, ressaltou.

Em relação a questão de “Ser APNs”, o Coordenador Nacional Nuno Coelho (APN/SP) afirmou que o pertencimento não foi trabalhado quando chegou à entidade, e só foi percebendo por meio das leituras e da vivência. “Ser APNs pra mim hoje é ser família, e isso não faz parte do Estatuto e do nosso regimento, e sim, faz parte da nossa formação. E eu não vejo isso em outro movimento negro do Brasil, é aqui entre vocês que eu busco o meu horizonte”, destacou.

À noite, teve uma kizomba cultural com a participação do cantor e compositor maranhense Luiz Carlos Guerreiro, que interpretou canções que exaltam a cultura e a história do povo afro-descendente. Também ocorreu a apresentação da tese de Mestrado do professor João Carlos Pio, com o tema “Currículo e Diversidade Étnico-racial na materialidade da Lei 10.639/03 em duas escolas da rede municipal de Contagem”, pesquisa defendida no dia 05 de abril na PUC-MG.

Fonte: http://www.apnsbrasil.org/

Maranhão … chegamos!!!

20 de abril de 2011 Deixe um comentário

Valdice, Helciane e Helcias ... esperando a carona, no Aeroporto de São Luiz (MA)

 
Finalmente estamos em São Luiz no Maranhão! Após uma viagem tranquila, mas cansativa, saímos de Maceió com escalas em Salvador, Recife e Fortaleza … quase passamos pelo Nordeste todo para finalmente chegar na cidade conhecida por  ilha dos amores, capital brasileira do reggae e terra do Bumba-meu-boi.

Durante todo o trajeto estive bem acompanhada, ao lado do meu pai Helcias Pereira e da amiga jornalista Valdice Gomes – pessoas que admiro, onde estou aprendendo muito sobre as questões étnicorraciais e crescendo politicamente.

Juntos, formamos a delegação alagoana que participará nos dias 21 a 24 de abril, em plena semana santa, da 14ª Assembleia Nacional nos Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs), importante entidade que completou 28 anos de atuação no país. Estamos representando o Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, o Mocambo Anajô, organização não-governamental que renovou o vínculo com os APNs em 2009. 

O principal objetivo desta assembleia é garantir as reformas e alterações do Estatuto e Regimento Interno, também, terão grupos de trabalho, debates, palestra, e lógico, integração sócio-cultural entre os participantes. Saiba mais: http://www.apnsbrasil.org/.
 
 

APNs

20 de abril de 2011 Deixe um comentário

Nos dias 21 a 24 de abril, durante a semana santa, os Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs) realizarão a sua 14ª Assembleia Nacional na cidade de São Luiz (MA). A atividade tem como principal objetivo garantir as reformas e alterações do Estatuto e Regimento Interno da entidade que completou 28 anos de atuação no país. Na programação, também terá a palestra “Pertencimento e Resistência Negra” ministrada por Helcias Pereira, Coordenador Nacional de Formação e Conselheiro do CNPIR; além de grupos de trabalho, debates e um passeio guiado ao Quilombo de Alcântara no Domingo de Páscoa. Acesse: www.apnsbrasil.org.

Fonte: Coluna Axé – Jornal Tribuna Independente (19.04.11)

Carta Mensal – Abril 2011

3 de abril de 2011 Deixe um comentário

 São Paulo, 01 de abril de 2011

 

Prezados/as Malungos/as

APNs do Brasil,

 

Este mês de abril marca o primeiro ano de jornada frente à direção nacional da nossa querida entidade que completou 28 anos de resistência em 14 de março último. É motivo para uma avaliação das nossas ações e pensar uma agenda programática para os próximos passos desta gestão.

Os APNs cumpri papel histórico decisivo na construção da democracia brasileira, particularmente no que diz respeito à promoção da igualdade racial e na avaliação e proposição das políticas de ações afirmativas, tarefa inconclusa, que segue crucialmente na ordem do dia.

O período iniciado em 2010 com a nossa eleição para essa coordenação nacional nos motivou a cuidar da gestão interna da entidade buscando um olhar mais organizativo, mas sem deixar de acompanhar os momentos mais significativos da agenda nacional e internacional. O projeto nacional era fortalecer a bandeira dos APNs em todas as regiões do Brasil e para isso se fez necessário ir ao encontro de cada um dos Quilombos e Mocambos, visitá-los, animá-los e em alguns até criar uma agenda de trabalho que colocasse-nos em diálogo com os movimentos sociais locais, mas também que impulsionasse a auto-estima da nossa militância ao pertencimento a nossa entidade. Mas foi importante também uma relação com o Estado e o Parlamento na relação política que garantisse naquele momento histórico do então Governo Lula a reformulação e aprovação do Estatuto da Igualdade Racial. Os APNs não poderiam ficar fora desse projeto do qual nós acompanhamos desde o início sua formulação. Não foi fácil garanti-lo perante a sociedade e nem mesmo internamente, mas hoje temos uma carta legítima com garantias pontuais e possíveis.

Nossa presença nos conselhos tem afirmado nosso papel de exercer o controle social das políticas e vamos empreender com liberdade e autonomia nosso papel cada vez mais. Nossa presença e ação política nas eleições de 2010 foram tímidas, mas localmente contribuímos com algumas candidaturas hoje vitoriosas, e a ausência da temática racial das campanhas majoritárias, certamente, teve reflexos consideráveis nesta timidez, mas na reta final nos unimos e organizamos no Rio de Janeiro, o grande ato do movimento negro brasileiro que ajudou sem dúvida a eleger a primeira mulher Presidente do Brasil. Para o próximo ano temos que ter a ousadia de polarizar o debate racial com projetos da agenda racial nas campanhas majoritárias e incentivar o maior número de APNs a se candidatarem e defenderem nossas bandeiras de luta.

Impulsionamos de forma considerável nossa atuação internacional nesse primeiro ano acompanhando e participando de atividades internacionais, o que serviu de incentivo para ressuscitarmos a discussão ainda que timidamente sobre a internacionalização dos APNs com Mocambos em alguns países latinos e africanos.

Agora é o momento de olharmos para os nossos acertos, mas também de encaramos os nossos desafios.

Rearticulamos os APNs no Piauí, reforçamos nossa presença em Alagoas, reformulamos no Espírito Santo e temos por desafio este ano reorganizar São Paulo, Rio Grande do Sul, Tocantins, Bahia e estamos caminhando com passos seguros para nosso retorno ao Mato Grosso e Ceará, elevando o numero de Quilombos para 13 (treze).

O Ano Nacional da Juventude está sendo um grande desafio, mas está cumprindo seu papel enquanto tática política, abrindo espaço para dialogarmos com setores importantes do governo e sociedade na defesa de projetos para políticas para juventude e apontar nossas teses frente alguns debates que hoje são premente como genocídio ou extermínio da juventude negra, mercado de trabalho, educação, lazer, etc. Esperamos que os estados agora, ainda que as dificuldades sejam grandes, motivem a participação e contribuam para afetiva realização dos eventos programados e participem de tantos outros possíveis localmente em seus Estados e mocambos e se preparem o máximo estudando o documento base, já enviado para o encontro nacional em julho próximo em Campinas – SP.

O próximo período se inicia agora com a realização da 14ª Assembléia Nacional que acontecerá de 21 a 24 de abril no Maranhão, se desejamos continuar sendo fortes e resistentes, isso significa a construção de uma meta a ser alcançada.

Nossa prioridade será a reforma do Estatuto Social, nossa carta maior, mas também uma agenda programática que inclua o debate sobre as mulheres, a juventude, as eleições 2012 e 2014, a nossa presença no debate da reforma política, a reorganização do movimento negro brasileiro, a capacitação das nossas lideranças para ocupar o espaço de poder, o fortalecimento da nossa marca em nível nacional e local, a busca de novos filiados com qualidade política, o estreitamento da nossa relação com as várias instituições religiosas para fortalecer nossa vertente macro-ecumênica, a construção de condições para buscar nossa sede nacional, tudo isso passa por conseguirmos traduzir a nossa agenda em propostas concretas para o conjunto da entidade, mas também da sociedade para darmos passos significativos na erradicação do racismo e o empoderamento do povo negro.

Aproveito a oportunidade de dialogar com cada um e cada uma de vocês neste momento para agradecer o apoio, o incentivo e a acolhida fraterna em seus Estados e Mocambos e aos meus companheiros e companheiras da direção nacional que tão exemplarmente dividem comigo essa árdua tarefa de conduzir a agenda da nossa entidade e refletir sobre as dinâmicas do dia-dia.

A partir de agora inauguramos o novo período do nosso planejamento estratégico, respeitando a realidade de cada Estado e cada mocambo, mas empreendendo cada vez mais para a consolidação dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil.

Um beijo no coração,

Nuno Coelho – Coordenador Nacional